Daniela Romo — Debilidad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Debilidad" de Daniela Romo.

Letra

Yo te abrí
Las puertas de mi alma
Y así la usaste a tu voluntad
Si fue el horóscopo, o mi destino.
Yo no sé bien,
Pero me hiciste mal.
Yo interpreté
Las líneas de mi mano,
Quizá el oeste marcaba tu imán,
Encomendada a mi ángel
De la guarda, te hice la cruz,
Pero no va más.
Ya no podía esperarte,
Si aparte te me caíste de mi pedestal.
Eras mi enfermedad,
Mi veneno mortal,
La presión arterial
Que va subiendo.
Eras mi irrealidad,
Todo el bien, todo el mal,
Tanta debilidad que nos mata por dentro.
Tú me decías mentiras piadosas,
Que yo aceptaba por comodidad,
Pero igual que el agua desgasta
Las piedras me quité la venda
Y vi la realidad.
Ya no podía esperarte,
Si aparte te me caíste de mi pedestal.
Eras mi enfermedad,
Mi veneno mortal,
La presión arterial
Que va subiendo.
Eras mi irrealidad,
Todo el bien, todo el mal,
Tanta debilidad que nos mata por dentro.
Eras mi enfermedad,
Mi veneno mortal,
La presión arterial
Que va subiendo.
Eras mi irrealidad,
Todo el bien, todo el mal,
Tanta debilidad que nos mata por dentro.

Tradução da letra

Eu abri te
As portas da minha alma
E foi assim que a usaste à tua vontade
Se foi o horóscopo, ou o meu destino.
Eu não sei bem,
Mas fizeste-me mal.
Eu interpretei
As linhas da minha mão,
Talvez o oeste tenha marcado o teu íman,
Confiada ao meu anjo
Da guarda, fiz-te a cruz,
Mas não vai mais.
Não podia esperar mais por ti,
Se te afastares de mim, caíste do meu pedestal.
Eras a minha doença,
O meu veneno mortal,
Pressão arterial
Está a subir.
Eras a minha irrealidade,
Todo o bem, todo o mal,
Tanta fraqueza que nos mata por dentro.
Tu disseste me mentiras piedosas,
Que eu aceitava por conforto,
Mas assim como a água desgasta
As pedras tirei a ligadura
E vi a realidade.
Não podia esperar mais por ti,
Se te afastares de mim, caíste do meu pedestal.
Eras a minha doença,
O meu veneno mortal,
Pressão arterial
Está a subir.
Eras a minha irrealidade,
Todo o bem, todo o mal,
Tanta fraqueza que nos mata por dentro.
Eras a minha doença,
O meu veneno mortal,
Pressão arterial
Está a subir.
Eras a minha irrealidade,
Todo o bem, todo o mal,
Tanta fraqueza que nos mata por dentro.