Damageplan — Soul Bleed letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Soul Bleed" de Damageplan.
Letra
Now that I’m all alone
Painfully aware
I’m starting to feel the cold
Knowing you’re not there
Caught somewhere between my fears and dreams
And all I have are demons here for company
Come and look inside, hope you like what you see
And if you run and hide, you’re scared of what is me Bind my idle hands, they only claw at me Drown in emptiness, my soul is left to bleed
Throwing a shadow on Every thought I have
Knowing that something’s gone
Echo’s in my head
Caught somewhere between my fears and dreams
And all I have are demons here for company
Come and look inside, hope you like what you see
And if you run and hide, you’re scared of what is me Bind my idle hands, they only claw at me Drown in emptiness, my soul is left to bleed
Come and look inside, hope you like what you see
And if you run and hide, you’re scared of what is me Bind my idle hands, they only claw at me Drown in emptiness, my soul is left to bleed
Tradução da letra
Agora que estou sozinho
Dolorosamente consciente
Estou a começar a sentir o frio
Saber que não estás lá
Apanhado algures entre os meus medos e sonhos
E tudo o que tenho são demónios aqui para companhia.
Vem e olha para dentro, espero que gostes do que vês
E se fugires e te esconderes, tens medo do que sou eu amarrar as minhas mãos ociosas, elas só me agarram afogam-se no vazio, a minha alma é deixada a sangrar
Lançar uma sombra em todos os pensamentos que tenho
Sabendo que algo se foi
Eco está na minha cabeça
Apanhado algures entre os meus medos e sonhos
E tudo o que tenho são demónios aqui para companhia.
Vem e olha para dentro, espero que gostes do que vês
E se fugires e te esconderes, tens medo do que sou eu amarrar as minhas mãos ociosas, elas só me agarram afogam-se no vazio, a minha alma é deixada a sangrar
Vem e olha para dentro, espero que gostes do que vês
E se fugires e te esconderes, tens medo do que sou eu amarrar as minhas mãos ociosas, elas só me agarram afogam-se no vazio, a minha alma é deixada a sangrar