Dagon — The Last letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Last" de Dagon.
Letra
From the wharf that night I saw it crawl onto the stony shore…
And from a crevice in the rocks it pulled a hat and coat…
And in the guise of man it shambled down the boardwalk in the dark…
Primeval rumblings in its throat…
The Last 4X…
Its luminescent eyes peer in the tavern by the docks…
Where sailors spend their leave and dance with village girls…
And when the dancers kiss it pounds its fists in angst against the glass…
The lonely last of a long forgotten world…
The Last- Not quite man, it lives within the sea…
The Last- Final son of some aquatic breed…
The Last- We’ll never understand its wretched pain…
The Last- The life we share the ecstasy it craves…
Its scales- Abhorrent worst of all creation…
Its cries- A tortured mind’s emancipation…
Its form- Inverse of common decency…
Truest terror of it all- Anthropomorphic similarities…
Its people died out long ago, a holocaust we’ll never know…
Target of extinction, nature’s own malediction…
Lusting for our human pleasures, twisted longings beyond measure…
Memories exhuming, painful past consuming
Explanation:
The Last is written from the perspective of a man who lives in a seaside New
England town. He tells us the story of a creature he has seen crawling out of
the ocean
We come to learn that this creature is the last member of an aquatic species
that has all but died out. Little is known of what happened to them,
but the narrator is able to tell us quite a bit about the individual he has
witnessed. The creature, left utterly alone, longs for the companionship it
sees in our human lives, but is denied because of its horrific appearance.
Scaly, dripping, and creeping on webbed limbs, it must disguise itself and
move among us in the dark. But, as the narrator tells us, «truest terror of it
all, anthropomorphic similarities», the most frightening aspect of this beast
is just how close it comes to being human
Tradução da letra
Do Cais naquela noite, vi-o a rastejar para a costa rochosa.…
E de uma fenda nas rochas puxou um chapéu e um casaco…
E sob o disfarce de homem, ela partiu o passadiço no escuro.…
Zumbidos primitivos na garganta…
O último 4X…
Seus olhos luminescentes perecem na taberna junto às docas…
Onde os marinheiros passam a sua licença e dançam com as raparigas da aldeia…
E quando os dançarinos o beijam, ele bate os punhos em angústia contra o vidro.…
O último solitário de um mundo há muito esquecido…
O último-não é bem homem, vive dentro do mar…
O último filho de uma raça aquática.…
O último ... nunca compreenderemos a sua dor miserável.…
A última-a vida que partilhamos o êxtase que anseia…
Sua balança - abominável pior de toda a criação…
Os seus gritos-a emancipação de uma mente torturada…
A sua forma - inversa da decência comum…
O terror mais verdadeiro de tudo-semelhanças antropomórficas…
O seu povo morreu há muito tempo, um holocausto que nunca saberemos.…
Alvo da extinção, a própria maldade da natureza…
Cobiçando os nossos prazeres humanos, desejos distorcidos para além da medida…
Memórias exumantes, passado doloroso consumindo
Explicacao:
O último é escrito a partir da perspectiva de um homem que vive em um novo litoral
Inglaterra. Ele nos conta a história de uma criatura que ele viu rastejando para fora de
oceano
Viemos a saber que esta criatura é o último membro de uma espécie aquática.
isso já acabou. Pouco se sabe do que lhes aconteceu.,
mas o narrador é capaz de nos contar um pouco sobre o indivíduo que tem
vir. A criatura, deixada completamente sozinha, anseia pela companhia dela.
vê em nossas vidas humanas, mas é negado por causa de sua aparência horrível.
Escamoso, a pingar e a rastejar nos membros da teia, deve disfarçar-se e
movam-se entre nós no escuro. Mas, como o narrador nos diz, " O verdadeiro terror disso
all, anthropomorphic similarities", o aspecto mais assustador desta besta
é o quão perto fica de ser humano