Cultura Profética — Árboles letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Árboles" de Cultura Profética.

Letra

Estos arboles
Que no se llenan los bolsillos de aguaceros
Que no solo viven de verdes pensamientos
Amarillos
Sino que le sacan puntas a las hojas
Para adelantarse al rumbo venidero de sus frutos
Estos arboles
Que aprenden con la lluvia a no mojarse los pies
Aun cuando el agua les suba a la cintura
Estos arboles
Se comunican con la doncella que esta
Con dolores para que multiplique
El numero de su amante por si misma
Para que pueda decir
Amado multipicate dentro de mi Para cuando la emocion
Se acerque a su cuadrado
Tu la imaginacion pautine
La palabra con labios
Estos arboles
Le dan albergue a la opinion desamparada
Que tan elocuentemente cultiva la ronia
Donde la madera verde de la lluvia
Le brota en llamaradas por los dedos
Aquellos arboles
Producen la tela y combustible de sus juegos
Con la nieve imposible del verano con lo que sucede
En la noche de abril
De cualquier mes de mayo
Para que lo imposible escale
En el gozo de su desventura
La cima infrangiable
De lo que la claridad no deja ver
Aquellos arboles
Ponen a madurar su ira en su venir
Aprendiendo a salir
En su llegar
Aquellos arboles
Ponen a madurar su ira en su venir
Aprendiendo a salir
En su llegar

Tradução da letra

Estas árvores
Que não encher os bolsos com chuvas
Que não vivem apenas de pensamentos verdes
Amarelos
Mas eles tiram pontas das folhas
Para se antecipar ao rumo vindouro dos seus frutos
Estas árvores
Eles aprendem com a chuva para não molhar os pés
Mesmo que a água suba até à cintura
Estas árvores
Estão a comunicar com a criada que está aqui
Com dores para você multiplicar
O número da sua amante sozinha
Para que eu possa dizer
Amado multipicate dentro de mim para quando a emoção
Aproxime se do seu quadrado
A tua imaginação pautine
A palavra com lábios
Estas árvores
Dão abrigo à opinião desamparada
Que tão eloquentemente cultiva a rumina
Onde a madeira verde da chuva
Ela brota em chamas pelos dedos
Aquelas árvores
Eles produzem o tecido e combustível de seus jogos
Com a neve impossível do verão com o que acontece
Na noite de abril
De qualquer mês de maio
Para que o impossível escale
Na alegria de sua desventura
O topo infrangiable
Do que a clareza não deixa ver
Aquelas árvores
Eles começam a amadurecer sua raiva em sua vinda
Aprendendo a sair
Em seu chegar
Aquelas árvores
Eles começam a amadurecer sua raiva em sua vinda
Aprendendo a sair
Em seu chegar