Cultura Profética — Insomnio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Insomnio" de Cultura Profética.

Letra

Tras un insomnio de lamentos
Pongo el pie
Hacia un dia en que no entro
No tengo paso
No caigo en tiempo
Y busco en el cajon cerrado
Que es mi pecho hoy
El arbol no da higeras
Y yo sentado aqui
Pensando que crear
Que descubrir
Todo lo que pienso hoy es miedo
Todo lo que sueo esta tan lejos
Quiero que me caiga encima el miedo
Con la inseguridad no quiero cuento no Tic tac tiqui tac dice mi pulso
Marcando el paso del reloj ojo en el muro
Ojo que siento en la frente
En mi espalda en mi mente
En mi cuerdo desnudo, vestido
Ojo que me ve todo hecho un nudo
Y no hace mas que contar
Y contar, y contar, y contar
Y contar, y contar, y contar
Me siento a pescar por la ventana imagenes
Pero todo esta deprisa
Los autos rugen con su paso
E intentan copiar la brisa
Pero no se siente fresco aca
No se siente fresco
Me estoy perdiendo en un viaje de humo de camion
Y hace tanto calor
Calor de cemento
Hace falta aire fresco
Porque me estoy perdiendo
Me estoy perdiendo
En la ciudad de la prisa
La ciudad del consumo
La ciudad de las rejas
Del bloquejo y del impuesto
La ciudad que es embudo
En la ciudad de la prisa
La ciudad del consumo
La ciudad de las rejas
Del bloquejo y del impuesto
La ciudad que es embudo
La ciudad que es embudo
La ciudad que es embudo

Tradução da letra

Depois de uma insônia de lamentações
Eu ponho o pé
Para um dia em que não entro
Não tenho passagem
Não caio a tempo
E procuro na gaveta fechada
Que é o meu peito hoje
A árvore não dá higeras
E eu sentado aqui
Pensando em criar
O que descobrir
Tudo o que penso hoje é medo
Tudo o que eu sonho está tão longe
Quero que me caia em cima o medo
Com a insegurança eu não quero conto não Tic tac tiqui tac diz meu pulso
Marcando o passo do relógio olho na parede
Olho que sinto na testa
Nas minhas costas na minha mente
Na minha sà nu, vestido
Olho que me vê tudo feito um nó
E não faz mais que contar
E contar, e contar, e contar
E contar, e contar, e contar
Sento me a pescar pela janela imagens
Mas tudo está Rápido
Os carros rugem com o seu passo
E eles tentam copiar a brisa
Mas não se sente fresco aqui
Não se sente fresco
Estou perdendo em uma viagem de fumaça de caminhão
E está tanto calor
Calor do cimento
É preciso ar fresco
Porque estou a perder me
Estou a perder me
Na cidade da pressa
A cidade do consumo
A cidade das grades
Do bloqueio e do imposto
A cidade que é funil
Na cidade da pressa
A cidade do consumo
A cidade das grades
Do bloqueio e do imposto
A cidade que é funil
A cidade que é funil
A cidade que é funil