Cryptopsy — Adeste Infidelis letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Adeste Infidelis" de Cryptopsy.
Letra
Oh come all ye unfaithful
Decaying and wretched
To this cradle of impiety
To lay your impure heads
Fare thee well
Or fare thee ill:
One way or another
Some blood shall spill
What to do?
Inter? Cremate all those who’ve died from all the hate
From this execrable aggregate
That nurtures the corrupt?
Proselytes
Anchorites
Crusaders, wet me with your cathar kiss
Bow to them?
Crawl for them
Those loathsome mahometic effigies?
No!
Once, there were boundaries
The lay of the land was well defined
Came a hell of rats, and now
«Le temps entre chien et loup» is nigh
«Manquerais-je de Fidélité dans mon Pays? Jamais!
Cessons nos reculs pour nous trouver des bastions
Dans des terres lointaines:
Les fauves nous harcélent á tout jamais
C’est donc á nos de passer á l’action»
In houses of fire, where everyone dies
On the killing grounds of war, in the torn flesh and flies
I know I saw you there
In the heart of disease, where love is a stone
On the faces of those whose hate is as bone
I know I saw you there
Where Hatred rules supreme
Tradução da letra
Oh venham todos infiéis
Decadente e miserável
A este berço de impiedade
Para colocar as vossas cabeças impuras
Adeus.
Ou que adoeças:
De uma maneira ou de outra
Algum sangue derramará
O que fazer?
Inter? Cremem todos aqueles que morreram de todo o ódio
A partir deste agregado execrável
Que alimenta os corruptos?
Proselito
Anacoreta
Cruzados, molhem - me com o vosso beijo Cátaro
Curvar-me perante eles?
Rasteja por eles
Essas efígies maomésicas repugnantes?
Não!
Uma vez, havia limites.
O terreno estava bem definido.
Veio um inferno de ratos, e agora
"Le temps entre chien et loup" está perto
"Manquerais-je de Fidelité dans mon Pays? Jamais!
Cessons nos recols pour nous trouver des bastions
Dans des terres lointaines:
Les fauves nous harcélent á tout jamais
C'est donc á nos de passer á l'Action»
Em casas de fogo, onde todos morrem
Nos campos de morte da guerra, na carne rasgada e nas moscas.
Eu sei que te vi lá.
No coração da doença, onde o amor é uma pedra
Nos rostos daqueles cujo ódio é como osso
Eu sei que te vi lá.
Onde o ódio governa Supremo