Coenie De Villiers — Lola van Luanda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lola van Luanda" de Coenie De Villiers.

Letra

Daar’s 'n hamer en 'n sekel teen die witgekalkte muur
Van die Portugese kroeg en kabaret
En binne sit soldate en drink whiskey uur na uur
En droom van vrede en van vroue en van bed
As dit nag word oor Angola
Sny 'n man se hart weer spoor
Tot in die suide waar 'n minnares dalk wag
En daar buite woed die oorlog
Maar hulle’s hier om haar te hoor
En vir 'n oomblik weer te glo en weer te lag
(koor)
Hul noem haar Lola van Luanda
En sy dans hier aand na aand
In die kollig wat haar vasvang soos 'n mot
Sy ken hartstog, sy ken heimwee
En sy sing daarvan vanaand
Sy maak die lewe vir 'n oomblik weer genot
Lola van Luanda sing
Wat soldate graag will hê:
En as die laaste note wegsterf
Het sy by elke man gelê
In die rokerige kamer hang die geur van gin en bier
Hier word die oorlog vir 'n oomblik tóg besweer
En vir die manne bring sy vreugde
Aan 'n soldaat gee sy plesier
Wat hom dalk later teen die vyand sal verweer
In haar hare is daar kamme
Twee van goud, een van ivoor
En aan haar borste is daar tossels wat sy swaai
Ja, haar lyf is pure wellus
Maar sy’t reeds die stryd verloor
Teen die heupe wat haar ouderdom verraai
(koor)

Tradução da letra

Há um martelo e uma foice contra a parede branca
Do bar português e do cabaret
E dentro de soldados e beber uísque hora após hora
E sonho de paz, de mulheres e de cama
Como esta noite é sobre Angola
Corta o coração de um homem outra vez.
Para o sul, onde uma amante pode esperar
E lá fora a fazer a guerra
Mas eles estão aqui para ouvi-la.
E por um momento, de novo acreditar e de novo rir
(coro)
Chamam-lhe Lola de Luanda
E a sua dança aqui noite após noite
No centro das atenções, como as suas armadilhas são como uma traça.
Ela conhece a paixão, ela conhece a saudade de casa
E ela canta esta noite
Ela faz a vida por um momento novamente prazer
Lola de Luanda sing
Que soldados como eles terão:
E como as últimas notas morreram
A cada homem deitado
No quarto fumado pendura o cheiro de gin e cerveja
Aqui está a guerra por um momento.
E para os homens ela traz alegria
A um soldado que dá o seu prazer
Que ele talvez mais tarde contra o inimigo será erodido
No cabelo dela há pentes
Dois de ouro, um de marfim
E as mamas dela estão ali borlas que ela ostenta
Sim, o corpo dela é pura luxúria.
Mas ela já perdeu a batalha.
Contra as ancas que a sua idade traiu
(coro)