Claudio Simonetti — Periferia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Periferia" de Claudio Simonetti.

Letra

La voglia di correre forte
Di correre sempre più forte
Amore, tu chiudi la porta e via
Via lontano dalla periferia
E le bianche lenzuola nel vento
Salutano ancora un momento
Scommetto, dolce amore, che è malinconia
Quel sorriso che ti porti via
Le luci che accendono il viso
Quel posto non è il paradiso
Ti lasci alle spalle tutto ciò che hai
Per provare cose che non sai
Vai, vai, vai, son sicuro che ritornerai
Vai, vai, vai, così sola dimmi cosa fai
Le cose della Rinascente
Confusa tra tutta la gente
Amici diversi per passar la sera
Ed accorgersi che amore non eri
Ci pensi alle notti da sola
Col nodo che chiude la gola?
E quando più tardi ti addormenterai
Nei tuoi sogni so che rivedrai
Le corse nei prati col cane
Nell’aria il profumo del pane
Non correre troppo con la fantasia
Non andare, resta in periferia
Vai, vai, vai, son sicuro che ritornerai
Vai, vai, vai, così sola dimmi cosa fai
Ci pensi alle notti da sola
Col nodo che chiude la gola?
E quando più tardi ti addormenterai
Nei tuoi sogni so che rivedrai
Le corse nei prati col cane
Nell’aria il profumo del pane
Non correre troppo con la fantasia
Non andare, resta in periferia
Vai, vai, vai, son sicuro che ritornerai
Vai, vai, vai, così sola dimmi cosa fai

Tradução da letra

O desejo de correr forte
Para correr cada vez mais
Querida, fecha a porta e vai.
Longe dos subúrbios
E os lençóis brancos ao vento
Eles saúdam mais um momento
Aposto, doce amor, que isso é melancólico.
Aquele sorriso que te leva
As luzes que acendem o rosto
Aquele lugar não é o paraíso.
Deixas para trás tudo o que tens
Para tentar coisas que não sabes
Vai, Vai, Vai, tenho a certeza que vais voltar.
Vai, Vai, Vai, por isso, sozinho diz-me o que fazes.
As coisas do Renascimento
Confuso entre todas as pessoas
Amigos diferentes para passar a noite
E perceber que o amor que não eras
Pensas nas noites sozinho
Com o nó a fechar a garganta?
E quando mais tarde adormeces
Nos teus sonhos eu sei que verás
A correr nos prados com o cão
No ar o cheiro do pão
Não te apresses muito com a fantasia.
Não vás, fica nos subúrbios.
Vai, Vai, Vai, tenho a certeza que vais voltar.
Vai, Vai, Vai, por isso, sozinho diz-me o que fazes.
Pensas nas noites sozinho
Com o nó a fechar a garganta?
E quando mais tarde adormeces
Nos teus sonhos eu sei que verás
A correr nos prados com o cão
No ar o cheiro do pão
Não te apresses muito com a fantasia.
Não vás, fica nos subúrbios.
Vai, Vai, Vai, tenho a certeza que vais voltar.
Vai, Vai, Vai, por isso, sozinho diz-me o que fazes.