Claudio Baglioni — Una Storia Normale letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Una Storia Normale" de Claudio Baglioni.

Letra

Non si può dire ch'è stata una storia normale
Tu va a capire perché, ma c'è sempre piovuto
Dai e ridagli le cose così vanno male
Certo che noi questo qui ce lo siamo voluto
Bada non metterti in testa idee sbagliate
Non che io voglia rimpiangere cose passate
Tutt’altro anche se…
Se io mi mangio il fegato, sbatto la testa al muro
Sono arrivato al limite ci manca che mi sparo
Ci ho messo qualche secolo lo vedo solo adesso
Per perderti in quel modo sono stato proprio un fesso
Se dicono ora è tutta colpa mia
E se talvolta penso ormai è fatta e così sia
Poi mi rimangio il fegato mi giro dentro il letto
Ridotto ad uno stato ma chi mai l’avrebbe detto
Forse c'è stata all’inizio un po' d’incomprensione
Pensa a del resto che tu poi non eri da meno
Forse ho preteso un po' troppo d’avere ragione
Ma tu potevi ogni tanto anche darmi una mano
Ora non credere che sono qui a supplicare
In fin dei conti io posso benissimo fare
A meno di te
E poi mi mangio il fegato e sbatto la testa al muro
Sono arrivato al limite ci manca che mi sparo
Ci ho messo qualche secolo lo vedo solo adesso
Per perderti in quel modo sono stato proprio un fesso
Se dicono ora è tutta colpa mia
E se talvolta penso ormai è fatta e così sia
Poi mi rimangio il fegato mi giro dentro il letto
Ridotto ad uno stato ma chi mai l’avrebbe detto
Ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra
Ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra
Ra ra ra …
(Grazie a Luigi per questo testo)

Tradução da letra

Não podes dizer que foi uma história normal.
Vais perceber porquê, mas está sempre a chover.
Vamos e devolvam-no para que as coisas corram mal.
Claro que queríamos este.
Tenha cuidado para não ter ideias erradas na sua cabeça.
Não que eu queira arrepender-me das coisas do passado.
Longe disso, mesmo que…
Se comer o fígado, bato com a cabeça contra a parede.
Cheguei ao limite que perdemos de disparar
Levei alguns séculos. Só o vejo agora.
Perder-te assim, fui um idiota.
Se eles dizem agora é tudo culpa minha
E se às vezes eu penso que está feito e assim é
Depois apanho o fígado e volto-me para a cama.
Reduzido a um estado, mas quem o teria dito?
Talvez tenha havido um pequeno mal-entendido no início.
Pense no resto que você não era menos
Talvez tenha fingido demasiado para ter razão.
Mas podias ter-me ajudado às vezes.
Agora não penses que estou aqui para implorar
No final eu posso muito bem fazer
Sem ti
E depois como o meu fígado e bato com a cabeça contra a parede
Cheguei ao limite que perdemos de disparar
Levei alguns séculos. Só o vejo agora.
Perder-te assim, fui um idiota.
Se eles dizem agora é tudo culpa minha
E se às vezes eu penso que está feito e assim é
Depois apanho o fígado e volto-me para a cama.
Reduzido a um estado, mas quem o teria dito?
Ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra
Ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra ra
Ra ra ra …
(Agradecimentos a Luigi por este texto)