Claudio Baglioni — Quante volte letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Quante volte" de Claudio Baglioni.
Letra
me ne vado nella notte logorando strade
han lavato il cielo ed ora ad asciugar sui muri
come quando i miei si vomitavano parole
ed allora mi mandavano a giocare fuori
tu non ci sei
tu non sei pi№ con me il mio amico sta dicendo che mi vuole bene
ha bevuto troppo e non ricorda pi№ il nome
le finestre occhi spenti stanno gi sognando
mulinelli di cartacce e le panchine vuote
non avrei voluto essere il primo della classe
non avrei voluto mai portare i primi occhiali
ho paura di specchiarmi dentro una vetrina
e scoprirmi a ridere di me e dei miei pensieri
sotto il tacco il tacco delle scarpe mezzo
consumato
un giornale spiegazzato pieno di pedate
grande prima eccezionale per il film dell’anno
avventura sesso e una valanga di risate…
quante volte ti ho pensato
sulla sedia di cucina
quante volte ti ho incontrato
nelle cicche che spegnevo
quante volte ti ho aspettato
quante volte ti ho inseguito
quante volte ho chiesto te…
e come gridavo sul cavallo del barbiere
il mio amico si fermato e sta scalciando un sasso
lui non ha una donna perch© ha l’alito cattivo
soffre un po' di tenerezza e parla con se stesso
guardo le mie dita gialle sono tanto stanco
di sputare i mozziconi di tutta una vita
giro salto e ballo come un orso ammaestrato
come vorrei fare a pezzi quella luna idiota
quante volte ti ho pregato
mentre mi graffiavi il cuore
quante volte ti ho guardato
mentre mi cavavi gli occhi
quante volte ti ho cercato
quante volte ti ho trovato
quante ho perso te…
Tradução da letra
Saio à noite a usar ruas
eles lavaram o céu e agora secam nas paredes
como quando os meus pais vomitavam palavras
e depois mandaram-me brincar.
não estás aí.
já não estás no meu lugar. o meu amigo está a dizer que me ama.
ele bebeu demais e não se lembra Pi№ o nome
os olhos mortos das janelas já sonham
Fábricas De Papel e bancos vazios
Não queria ser o primeiro da turma.
Nunca quis usar os primeiros óculos.
Tenho medo de me espelhar numa janela
e dou por mim a rir de mim e dos meus pensamentos
sob o calcanhar o calcanhar dos sapatos
consumir
um jornal amassado cheio de pedais
grande estreia para o filme do ano
aventura sexual e uma avalanche de risos…
quantas vezes pensei em ti?
na cadeira da cozinha
quantas vezes te conheci?
nos fogos que desliguei
quantas vezes esperei por ti?
quantas vezes te persegui?
quantas vezes te perguntei…
e como chorei no cavalo do barbeiro
meu amigo parou e está chutando uma pedra
ele não tem uma mulher porque tem mau hálito.
ele sofre um pouco de ternura e fala consigo mesmo
Olho para os meus dedos amarelos estou tão cansado
cuspindo os rabos de uma vida
salta e dança como um urso treinado
como gostaria de desfazer aquela lua Idiota?
quantas vezes te rezei
enquanto coçavas o meu coração
quantas vezes já te vi
enquanto tiravas os meus olhos
quantas vezes te procurei?
quantas vezes te encontrei?
quantos te perdi?…