Ciro Sebastianelli — Marta, Marta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Marta, Marta" de Ciro Sebastianelli.

Letra

Marta, portami via!
Dalla libertà che non è sempre poesia...
Dalle stelle di stagnola e dalle lenzuola,
Di carta vetrata, dell'ultima fata...

Marta, portami via!
Dentro la tua pelle, ci sto bene, sei mia...
Dentro la tua vita, fammi posto, ti amo!
Non sono invadente, ci stiamo.

Marta, portami via!
Non lasciarmi al fumo fritto di un osteria,
Alle mie serate di poeta e di baro,
Alle carte stregate, al vino amaro…

Marta... non sa di pane la poesia fra i denti...
Marta... le stelle di stagnola son taglienti.
Marta... di tenerezza non si può morire!
Marta... questa è l'ora di impazzire...

Marta mangia la foglia,
Solo quando ha troppo freddo un uomo si spoglia.
Solo quando dentro qualche cosa si è rotto,
Ti accorgi che ha un cuore, anche un uomo da letto.

Marta, legami agli occhi…
Uno sguardo chiaro sui miei vizi barocchi.
La tua tenerezza nella tana di un lupo...
Si può cominciare da capo.

Marta, portami via!
Dentro la tua pelle, ci sto bene, sei mia,
Dentro la tua vita, fammi posto, ci stiamo,
Dai un calcio alla porta, ti amo!

Marta... non sa di pane la poesia fra i denti...
Marta... le stelle di stagnola son taglienti.
Marta... di tenerezza non si può morire!
Marta... questa è l'ora di impazzire…

Marta...non sa di pane la poesia fra i denti...
Marta...le stelle di stagnola son taglienti.
Marta...di tenerezza non si può morire!
Marta...questa è l'ora di impazzire...

Adesso, Marta, portami via!
Non lasciarmi al fumo fritto di un osteria,
Alle mie serate di poeta e di baro,
Alle carte stregate, al vino amaro…

Marta, portami via!
Dentro la tua pelle, ci sto bene, sei mia,
Dentro la tua vita, fammi posto, ci stiamo,
Dai un calcio alla porta, ti amo!

Marta, non sa di pane la poesia fra i denti,
Marta...

Tradução da letra

Marta, leva-me daqui!
Da Liberdade isso nem sempre é poesia...
Das Estrelas de folha e folhas, de lixa, da última fada...

Marta, leva-me daqui!
Dentro da tua pele, por mim tudo bem, Tu és meu...
Dentro da tua vida, abre caminho para mim, Eu amo-te!
Não sou intrusivo. entrámos.

Marta, leva-me daqui!
Não me deixes com o fumo Frito de uma estalagem, com as minhas noites de poeta e Batoteiro, com as cartas encantadas, com o vinho amargo ... Marta... a poesia não sabe a pão entre os dentes...
Marta... as estrelas de alumínio são afiadas.
Marta... não podes morrer de ternura!
Marta... é altura de enlouquecer...

Marta come a folha, só quando está muito frio um homem despe-se.
Só quando algo se partiu por dentro, é que percebes que ele tem um coração, até um homem adormecido.

Marta, amarra-me os olhos ... um olhar claro para os meus vícios barrocos.
A tua ternura no covil de um lobo...
Podes começar de novo.

Marta, leva-me daqui!
Dentro da tua pele, estou bem com isso, tu és minha, dentro da tua vida, abre caminho para mim, estamos aqui, chuta a porta, eu amo-te!

Marta... a poesia não sabe a pão entre os dentes...
Marta... as estrelas de alumínio são afiadas.
Marta... não podes morrer de ternura!
Marta... está na hora de enlouquecer, Marta...a poesia não sabe a pão entre os dentes...
Marta...as estrelas de alumínio são afiadas.
Marta...não podes morrer de ternura!
Marta...é altura de enlouquecer...

Agora, Marta, leva-me daqui!
Não me deixes com o fumo Frito de uma estalagem, com as minhas noites como poeta e Batoteiro, com as cartas encantadas, com o vinho amargo... Marta, leva-me daqui!
Dentro da tua pele, estou bem com isso, tu és minha, dentro da tua vida, abre caminho para mim, estamos aqui, chuta a porta, eu amo-te!

Marta, não sabe a poesia nos teus dentes, Marta...