Christina Rosenvinge — Desierto letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Desierto" de Christina Rosenvinge.

Letra

Aín no sé con exactitud
Por qué miraba hacia atrás
En el cielo sentí una luz
Pudo la curiosidad
Y perdón por la ingratitud
Por desobedecer
Es que me falta esa virtud
Cerrar los ojos, correr
Ahora pienso en ti, pienso en él
Eres tan justo, eres tan cruel
Soy la culpable, soy la que es infiel
No siento el alma, siento la piel
Y al despertar
El viento vuelve a soplar
Me arrastra muy lejos de ti
A la noche en que me perdí
A la sombra de un abedul
Vi tantas tardes pasar
Ay mi niña, su mundo azul
Se quemó con la ciudad
Agotada la juventud
Solo quedaba aspirar
A otra forma de esclavitud
Buscando en la oscuridad
Ahora pienso en él
Pienso en mi
Arrodillados en nuestro jardín
Bajo la luna perversa de abril
Curando el cuerpo
Volviéndolo a herir
Y al despertar
El viento vuelve a soplar
Me arrastra muy lejos de ti
A la noche en que me perdí
Al despertar
El viento vuelve a soplar
Me arrastra muy lejos de ti
A la noche en que me perdí

Tradução da letra

Ain não sei exactamente
Por que ele olhou para trás
No céu, senti uma luz
Poderia a curiosidade
E perdão pela ingratidão
Por desobedecer
É que me falta essa virtude
Fechar os olhos, correr
Agora penso em ti, penso nele
És tão justo, és tão cruel
Sou a culpada, sou a infiel
Não sinto a alma, sinto a pele
E ao acordar
O vento sopra novamente
Arrasta me para longe de ti
Na noite em que me perdi
À sombra de uma bétula
Vi tantas tardes passar
Oh, minha menina, seu mundo azul
Queimou se com a cidade
Esgotada a juventude
Só restava aspirar
Para outra forma de escravidão
Procurando no escuro
Agora penso nele
Penso em mim
Ajoelhados no nosso jardim
Sob a lua perversa de abril
Curando o corpo
A magoá lo outra vez
E ao acordar
O vento sopra novamente
Arrasta me para longe de ti
Na noite em que me perdi
Ao acordar
O vento sopra novamente
Arrasta me para longe de ti
Na noite em que me perdi