Chris Robinson Brotherhood — Wanderer's Lament letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Wanderer's Lament" de Chris Robinson Brotherhood.
Letra
Dreamer come spring time
water’s running quick
black winged dance of fireflies
in the garden where we sit
never dream to gypsy
of rollin' over stone
an eternity, an instant, forever, a heart of coal
yellow burns the summer
no grave shall go to waste
hold my hand and let’s go under
to be reborn in some new place
where our souls are never strangers
let our shadows find the day
as we stand in the light of our love
until we fly away
You’re never alone
you’re never alone
if there’s thunder and rain
the wonder of love
the weakness of love
makes us all the same
I get so tired of treading the wake
and I’m not afraid of empty pain
To take away such sorrow
to give another your hand
you are no untamed daughter
oh let the water, let the water wash it all away
morning’s cold and these lonely
wild geese fly away
I will build you a fire
if you’ll be my serenade
come a tender new season
come a somber July
come any way come any how
you will find me by your side
You’re never alone
you’re never alone
if there’s thunder and rain
the wonder of love
the weakness of love
makes us all the same
I get so tired of treading the wake
and I’m not afraid of empty pain
and I’m not afraid of empty pain
Tradução da letra
Sonhador na primavera
a água corre depressa.
dança das asas negras dos pirilampos
no jardim onde nos sentamos
nunca sonhes com ciganos
de rolar sobre pedra
uma eternidade, um instante, para sempre, um coração de carvão
o amarelo queima o verão
nenhuma sepultura será desperdiçada
segura a minha mão e vamos para baixo.
renascer num lugar novo
onde as nossas almas nunca são estranhas
que as nossas sombras encontrem o dia
enquanto estamos à luz do nosso amor
até voarmos
Nunca estás sozinho
nunca estás sozinho
se houver trovoada e chuva
a maravilha do amor
a fraqueza do amor
torna-nos todos iguais
Fico tão cansado de pisar o velório
e não tenho medo da dor vazia
Para tirar tal tristeza
para dar outra mão
não és uma filha indomável.
Oh deixa a água, deixa a água lavar tudo
a manhã está fria e estes solitários
gansos selvagens voam
Vou fazer-te uma fogueira.
se queres ser a minha serenata
vem uma nova temporada
vem um Julho sombrio
venha de onde vier
vais encontrar-me ao teu lado
Nunca estás sozinho
nunca estás sozinho
se houver trovoada e chuva
a maravilha do amor
a fraqueza do amor
torna-nos todos iguais
Fico tão cansado de pisar o velório
e não tenho medo da dor vazia
e não tenho medo da dor vazia