Chimaira — Clayden letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Clayden" de Chimaira.

Letra

Lay a sullen grin upon this helpless knave
And lead the way that you wish
For these chained hands will always follow
The guilt and shame you guide me with
For I am here and will never leave
Sear the symphonies that lead you to elude my presence
Breaking yet another piece of me,
The pieces of shattered life are left scattered behind
I touched a lamb, this is the lamb I touched.
Could I ever be taken from your side,
A cold light would dim so low
Could I ever lift this forceful fear implanted.
An extinguished fever, I could breathe no more.
Uncover these hands to leave them stretch out,
For you to view the palms stained of crimson glistening,
Wide open, these hands aren’t yours,
They are not the ones you owned before.
No longer am I the lifeless fool
So long a possession you thought was needed to be placed on me,
Ran out with blood you spilled over my corpse.
This is the enemy that you’ve created,
From a lifeless fool.
I am not the prey for which to feed,
All I want is to see starvation set.
Lamb you told me to obey, lamb.
Lamb thy enemy.

Tradução da letra

Põe um sorriso triste neste Valete indefeso
E mostra o que desejas
Pois estas mãos acorrentadas seguirão sempre
A culpa e a vergonha com que me guias
Pois eu estou aqui e nunca irei embora
Sear as sinfonias que te levam a iludir a minha presença
Quebrando mais um pedaço de mim,
Os pedaços de vida estilhaçada são deixados para trás.
Toquei num cordeiro, este é o cordeiro em que toquei.
Poderia alguma vez ser tomada do teu lado,
Uma luz fria escureceria tão baixo
Poderia alguma vez levantar este forte medo implantado?
Uma febre extinta, não conseguia respirar mais.
Descubra estas mãos para as deixar estendidas.,
Para você ver as palmas manchadas de carmesim brilhando,
Bem abertas, estas mãos não são tuas.,
Não são os que tinhas antes.
Já não sou o tolo sem vida
Tanto tempo uma possessão que pensaste que era preciso colocar em cima de mim,
Acabou-se o sangue que derramaste sobre o meu cadáver.
Este é o inimigo que criaste.,
De um tolo sem vida.
Não sou a presa para a qual alimentar,
Tudo o que quero é ver a fome a passar.
Lamb disseste-me para obedecer, lamb.
Lambe o teu inimigo.