Chiara Dello Iacovo — Soldatino letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Soldatino" de Chiara Dello Iacovo.
Letra
Che paura se da bruco
poi diventerò farfalla
che paura questa vita
se lo scopo è stare a galla
e le pozzanghere per strada
che si inghiottono anche il sole
che paura l’ombra a punta della mole
Che paura quando inizi
a far da solo colazione
che è sparita pure l’ansia
di scordare la lezione
che paura questo modo
di pensare inflazionato
che paura un mondo schiavo
delle leggi di mercato
Ma non mi avevano avvisato
che avrei dovuto trasformarmi
rinnovare il guardaroba
ed indossare artigli e armi
ma non mi avevano avvisato
in ‘sto simpatico teatrino
che mi avrebbero buttato
anche i giochi da bambino
Che paura quando
non mi riconosco fra la gente
che paura un «grazie mille»
dallo sguardo indifferente
se per farci stare zitti
basta solo una partita
che paura un sogno appeso per le dita
Ma non mi avevano avvisato
che avrei dovuto trasformarmi
rinnovare il guardaroba
ed indossare artigli e armi
ma non mi avevano avvisato
in questo insolito cantiere
che al posto delle filastrocche
avrei imparato un bel mestiere
Ma che bella una finestra
ancora accesa in alto in alto
proprio in cima a un palazzone
se ne frega dell’asfalto
e quell’inferno di portiere
chiuse in faccia, campanelli
e cuori a pezzi senza nome
che si sentono fratelli questa sera
quando l’aria è nera nera
Ma non mi avevano avvisato
che avrei dovuto trasformarmi
rinnovare il guardaroba
ed indossare artigli e armi
ma non mi avevano avvisato
in questo insolito cantiere
che al posto delle filastrocche avrei imparato un bel mestiere
Ma non mi avevano avvisato
in ‘sto simpatico teatrino
che mi avrebbero buttato
anche i giochi da bambino
Solo uno ne han tenuto
col mio nome scritto in nero sulla fronte:
Il Soldatino
Tradução da letra
Que medo de lagarta
então me tornarei uma borboleta
como esta vida tem medo
se o objectivo é manter-se à tona
e poças na rua
que também engolem o sol
que medo a sombra na ponta da toupeira
Que medo quando começas
para fazer o pequeno-almoço sozinho
que a ansiedade também se foi
esquecer a lição
que medo desta maneira
de pensar inflado
que medo tem um mundo de escravos
da legislação de mercado
Mas não me avisaram.
que eu devia ter virado
renovar o guarda-roupa
e usar garras e armas
mas não me avisaram.
neste belo teatro
que me deitariam fora
até jogos infantis
Que medo quando
Não me reconheço entre as pessoas.
que medo. muito obrigado . »
do olhar indiferente
se para nos manter calados
apenas um jogo
que pavor um sonho pendurado pelos dedos
Mas não me avisaram.
que eu devia ter virado
renovar o guarda-roupa
e usar garras e armas
mas não me avisaram.
neste local de construção invulgar
em vez de canções de embalar
Teria aprendido um bom trabalho.
Mas que bela janela.
ainda em cima
mesmo no topo de uma torre.
ele não quer saber do asfalto.
e aquele guarda-redes dos diabos.
fechado na cara, sinos
e corações sem nome em pedaços
que sentem irmãos esta noite
quando o ar é negro
Mas não me avisaram.
que eu devia ter virado
renovar o guarda-roupa
e usar garras e armas
mas não me avisaram.
neste local de construção invulgar
que em vez de canções de embalar eu teria aprendido uma bela arte
Mas não me avisaram.
neste belo teatro
que me deitariam fora
até jogos infantis
Apenas um deles ficou
com o meu nome escrito em preto na minha testa:
soldadinho de brinquedo