Charles Aznavour — La Dispute letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Dispute" de Charles Aznavour.

Letra

Un mot amène un autre
Et d’un incident futile
On fait une énorme faute
Qui met l’amour en péril
Tout nous remonte en mémoire
Le ton monte jusqu’aux cris
Et de très vieilles histoires
Reviennent sur le tapis
Aveuglé par la colère
Ne pouvant se retenir
Chacun pleure sa misère
Chacun se dit un martyr
Et les choses s’enveniment
Nul ne veut faire un effort
Les deux se disant victimes
Hurlent de plus en plus fort
Quand soudain les larmes perlent
On se mouche bruyamment
Et l’on repart de plus belle
Les yeux injectés de sang
La dispute, la dispute
Atteint des points culminants
C’est la guerre, c’est la haine
Les mots portent des coups bas
Et vole la porcelaine
Et crie le voisin du bas
On marche de long en large
Prenant un plaisir malin
À commencer le partage
De tout ce qui nous revient
Au sommet de cette crise
En s'évitant du regard
On aligne ses valises
En vue de ce grand départ
Mais qu’il parte ou bien qu’il reste
Chacun veut, c’est évident
Le cadeau de l’oncle Ernest
Le chien et l’appartement
Aphones et à bout de forces
De vaisselle et d’arguments
On ne voit que le divorce
Pour régler le différent
La dispute, la dispute
Soudain fait grincer des dents
Les assaillants face à face
S’inventent mille défauts
J’en oublie et puis j’en passe
Des reproches et des mots
Le jour peu à peu décline
Et les forces en même temps
Les adversaires ruminent
Boudent silencieusement
Pour être enfin raisonnables
Et se quitter en bons amis
Les ennemis passent à table
Manger de bon appétit
N’ayant plus rien à se dire
Tête basse on reste là
Puis on baille et se retire
Et se glisse dans les draps
Dans le noir les doigts se touchent
Et les mots sont superflus
Ses lèvres trouvent sa bouche
Et l’amour prend le dessus
La dispute, la dispute
Tout à coup a disparu

Tradução da letra

Uma palavra traz outra
E um incidente inútil
Cometemos um grande erro.
Quem põe o amor em risco
Tudo volta à nossa memória
O tom sobe para os gritos
E histórias muito antigas
Volta para a Carpete.
Cego pela raiva
Incapaz de conter
Todos lamentam a sua miséria
Todos se intitulam Mártires.
E as coisas pioram
Ninguém quer fazer um esforço
Ambos a alegarem ser vítimas
Uivando cada vez mais alto
Quando de repente lágrimas Pérola
Voamos alto
E começamos de uma forma mais bonita
Olhos injectados com sangue
Para contestar, para contestar
Destaques alcançados
É guerra, é ódio
Palavras carregam traços Baixos
E roubar a porcelana
E grita ao vizinho de baixo
Caminhamos muito e muito
Ter um prazer maligno
Iniciar a partilha
De tudo o que vem a nós
No auge desta crise
Evitando o olhar
Alinhamos as malas deles.
Diante desta grande partida
Mas ele vai-se embora ou fica
Todos querem, é óbvio.
O Presente Do Tio Ernest
O cão e o apartamento
Pulgões e sem força
Pratos e argumentos
Só vemos o divórcio.
Para ajustar os diferentes
Para contestar, para contestar
De repente faz os dentes guincharem
Os atacantes cara a cara
Mil falhas são inventadas
Esqueço-me disso e passo.
Censuras e palavras
O dia diminui gradualmente
E forças ao mesmo tempo
Os oponentes ruminam
Mexe-te calmamente.
Para finalmente ser razoável
E separarmo-nos em bons amigos
Os inimigos passam para a mesa
Comer bom apetite
Não ter nada a dizer
Vamos ficar aqui.
Depois bocejamos e reformamo-nos.
E escorrega nos lençóis
No escuro os dedos tocam-se uns aos outros
E as palavras são supérfluas
Os lábios dela encontram a boca
E o amor assume o controlo
Para contestar, para contestar
De repente desapareceu.