Charlene Arian — Al Borde letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Al Borde" de Charlene Arian.

Letra

Siempre al borde: frío y humedad,
es costumbre de tanta oscuridad.
Tiras de lluvia, un alma desnuda
y esta hueca soledad.
Baños de dudas, tanta amargura.
Llorar, calmar, llorar.
Más siempre queda tanto más
aire nuevo a respirar.
Y te vuelves a confundir,
frente a un abismo sentir
la miserable presión.
Tus manos tiemblan hasta morir,
con la mirada tan gris,
como silbando un adiós.
¡Detente!
¿Qué haces de tu piel?
¡Detente!
Siempre al borde: crucigramas del ayer.
Sumerges tus sueños entre alcohol
y pan o placer.
Siempre el pasado, juego tan raro
entre hubieras y porque’s.
Es algo tonto, viejos otoños
que ya no te dejan ser.
Y siempre queda tanto más
aire nuevo a respirar.
Y te vuelves a confundir,
frente a un abismo sentir
la miserable presión.
Tus manos tiemblan hasta morir,
con la mirada tan gris,
como silbando un adiós.
¡Detente!
¿Qué haces de tu piel?
¡Detente!
Y te vuelves a confundir,
frente a un abismo sentir
la miserable presión.
Tus manos tiemblan hasta morir,
con la mirada tan gris,
como silbando un adiós.
El miedo te consume,
te corre por las venas,
quema tus ganas de vencerle.
Y mientras más lo piensas
sabrás que no es la puerta,
no sueltes jamás tu fe.
¡Detente!
¿Qué haces de tu piel?
¡Detente!
¡Detente!
¡Detente!
¡Detente!
Piénsalo otra vez…
Siempre queda tanto más…

Tradução da letra

Sempre à beira frio e umidade,
é costume de tanta escuridão.
Tiras de chuva, uma alma nua
e esta solidão oca.
Banhos de dúvidas, tanta amargura.
Chorar, acalmar, chorar.
Mais sempre fica tanto mais
ar novo para respirar.
E você fica confuso novamente,
enfrentando um abismo sentir
a pressão miserável.
As tuas mãos tremem até à morte,
com o olhar tão cinzento,
como assobiar um adeus.
Pára!
O que você faz da sua pele?
Pára!
Sempre à beira: palavras cruzadas de ontem.
Você mergulha seus sonhos entre álcool
e pão ou prazer.
Sempre o passado, jogo tão estranho
entre terias e porque'S.
É um pouco bobo, velhos outonos
que já não te deixam ser.
E há sempre tanto mais
ar novo para respirar.
E você fica confuso novamente,
enfrentando um abismo sentir
a pressão miserável.
As tuas mãos tremem até à morte,
com o olhar tão cinzento,
como assobiar um adeus.
Pára!
O que você faz da sua pele?
Pára!
E você fica confuso novamente,
enfrentando um abismo sentir
a pressão miserável.
As tuas mãos tremem até à morte,
com o olhar tão cinzento,
como assobiar um adeus.
O medo consome te,
corre nas tuas veias,
queima a tua vontade de vencê-lo.
E quanto mais você pensa sobre isso
saberás que não é a porta,
nunca largues a tua fé.
Pára!
O que você faz da sua pele?
Pára!
Pára!
Pára!
Pára!
Pensa outra vez…
Há sempre muito mais…