Chaostar — Medea letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Medea" de Chaostar.
Letra
Verdirb nicht die Nester, wo die Schwüre sich hocken!
Erschrecken, verschlingen die Babys. Tote Babys.
Zieht ihr die Seile fest, ihr Weinen nicht zu hören!
Trockner Hafen das Warten
Und die Mole ein Steinherz
Dort, wo die Liebe schleift.
Wir sind angekommen. Die Lava meines
Zornes formt das Leisten eines Mordes
Und malt einen Sonnenuntergang am Himmel.
Wie diesen, der die Liebhafer nackt findet,
nach ihrer letzten Liebestat…
Die Racheluft zerbricht den Mast.
Den, an dem die verratenen Bettlaken sich erheben, die vom
Schweiß der Menschen getränkt sind. Der Menschen, die einmal verliebt waren.
Der Menschen, die einmal verliebt waren…
Am Mast gefesselt schreie ich, kannst du mich hören?
Don’t ruin the nests where oaths perch.
They frighten, they devour the babies. Dead babies.
Hold on to the ropes, not to hear their cry!
Waiting is a waterless harbour
And the pier is a stony heart
where love sharpens.
Here we are. The lava of my fury moulds a murder
and draws a sunset in the sky.
Like the one which finds the lovers naked
after their last intercourse…
The vengeful wind breaks the mast.
The one which hoists the betrayed sheets
Drenched in the sweat of people once in love.
People once in love…
Tied to the mast, I shout, can you hear me?
Tradução da letra
Não estragues os ninhos onde os votos se agacham!
Assustar, devorar os bebés. Bebés Mortos.
Apertem as cordas para ela não a ouvir chorar!
Porta do secador à espera
E o cais um coração de pedra
Onde o amor esmaga.
Chegámos. A Lava da minha
A ira molda a realização de um homicídio.
E pintar um pôr-do-sol no céu.
Como este que encontra os amantes nus,
depois do seu último acto de amor…
O ar vingador parte o mastro.
Aquele em que se erguem os lençóis traídos,
O suor das pessoas está encharcado. Das pessoas que já estiveram apaixonadas.
Das pessoas que já estiveram apaixonadas…
Amarrado ao mastro que grito, consegues ouvir-me?
Não estragues os ninhos onde Assam os juramentos.
Assustam, devoram os bebés. Bebés mortos.
Agarrem-se às cordas, para não ouvirem o grito deles!
A espera é um porto sem água
E o cais é um coração pedregoso
onde o amor afia.
Aqui estamos. A lava da minha fúria molda um homicídio.
e desenha um pôr-do-sol no céu.
Como aquele que encontra os amantes nus
depois da sua última relação sexual…
O vento vingativo quebra o mastro.
Aquele que iça os lençóis traídos
Encharcado no suor das pessoas uma vez apaixonadas.
As pessoas uma vez apaixonadas…
Amarrado ao mastro, grito, consegues ouvir-me?