Chancho En Piedra — Romance De Barco Y Junco (En Vivo Teatro Caupolican (14/08/2012)) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Romance De Barco Y Junco (En Vivo Teatro Caupolican (14/08/2012))" de Chancho En Piedra.

Letra

El junco de la ribera
y el doble junco del agua,
en el país de un estanque
donde el día se mojaba
El junco de la ribera
y el doble junco del agua,
donde volaban inversas palomas
de inversas alas
En aquel río de cristalinas aguas
es por donde aquellos días mi vida navegaba,
mi mente aún no estaba ocupada
con inútiles recuerdos
de una vida pasada
Soñar era sencillo,
no necesitaba
ni una cama ni una almohada
solo una tarde ocupada,
mis juguetes no eran de plástico,
sino una llave para entrar a un mundo fantástico
El junco de la ribera
y el doble junco del agua,
donde volaban inversas palomas
de inversas alas
El estanque era un océano
para mi barco pirata,
mi barco que por las tardes
en un lucero se anclaba
Me acuerdo cuando fui
de paseo por ahí,
atravesar la canaleta en una cáscara de día,
me acuerdo que caía
sin paracaídas
y los guarisapos me decían
todo bien todavía
Ahora quiero un sombrero,
tierra en la cara
y un pastor alemán,
quiero quitar los pies del fuego
y en el país de un estanque
ponerlos a remojar
Mi barco de niño pobre
que me trajeron por pascua
(Todo bien todavía)
y que hoy surca este romance
con velas anaranjadas
Al río del pueblo un día,
llevé mi barco pirata,
lo dejé anclado en la orilla
para hacerle una ensenada
Por qué tú me haces protestar
alguien disparó,
antes que no hubiera muerto nadie,
a mí nunca nadie me avisó,
tarde nos damos cuenta
que somos par de jóvenes
No podrás tú volar
si no tienes la visibidad
de amar. ¿Por qué?
Mas lo llamó la corriente
con su telégrafo de aguas
y huyó pintando la tarde
de letras anaranjadas
El junco de la ribera
y el doble junco del agua
Dos lágrimas me trizaron
las mejillas desoladas
En la cubierta del barco
(La cubierta del barco)
se fue llorando, mi infancia
Se fue volando mi infancia
Mi infancia.
Juan Sativo, Pedro Piedra, Chancho en Piedra
(Vamos rumbo a la aventura)

Tradução da letra

O junco da ribeira
e o duplo junco da água,
no País de uma lagoa
onde o dia se molhava
O junco da ribeira
e o duplo junco da água,
onde os pombos voavam reversos
de asas reversas
Naquele rio de águas cristalinas
é por onde naqueles dias minha vida navegava,
minha mente ainda não estava ocupada
com memórias inúteis
de uma vida passada
Sonhar era simples,
não precisava
nem uma cama nem um travesseiro
só uma tarde ocupada,
os meus brinquedos não eram de plástico,
mas uma chave para entrar num mundo fantástico
O junco da ribeira
e o duplo junco da água,
onde os pombos voavam reversos
de asas reversas
A lagoa era um oceano
para o meu navio pirata,
o meu barco que à noite
em uma estrela estava ancorada
Lembro me quando fui
passear por aí,
atravesse a calha em uma casca de dia,
lembro me que caía
sem pára-quedas
e os guarisapos diziam me
tudo bem ainda
Agora quero um chapéu,
terra no rosto
e um pastor alemão,
quero tirar os pés do fogo
e no País de uma lagoa
colocá-los para mergulhar
O meu barco de criança pobre
que me trouxeram para a Páscoa
(Tudo bem ainda)
e que hoje surja este romance
com velas alaranjadas
Ao rio da aldeia um dia,
levei o meu navio pirata,
deixei o ancorado na costa
para lhe fazer uma enseada
Porque me fazes protestar
alguém disparou,
antes que ninguém tivesse morrido,
nunca ninguém me avisou,
tarde percebemos
que somos dois jovens
Não podes voar
se você não tem a visibidade
de amar. Porquê?
Mas chamou lhe a corrente
com o seu telégrafo de água
e fugiu pintando a tarde
de letras alaranjadas
O junco da ribeira
e o duplo junco da água
Duas lágrimas me trizaram
bochechas desoladas
No convés do barco
(A tampa do barco)
ele foi chorando, minha infância
Ele voou a minha infância
A minha infância.
João Sativo, Pedro pedra, porco em pedra
(Vamos para a aventura)