Cecilia — Un Millon De Sueños letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un Millon De Sueños" de Cecilia.

Letra

Ahora vivo a costa
De un millón de muertos
(Un millón de tumbas,
Un millón de espectros)
Ahora vivo a costa
De un millón de cuerpos
(Un millón de sombras,
Un millón de sueños)
Cuánta tumba ! Ya no hay tierra
Para cavar en ella,
Para dejar sin nombre tanto hombre.
¡ Cuántos nombres en la historia
Son dueños de las glorias…
¿ Cuántos hombres cuestan las victorias…
Ahora vivo a costa
De un millón de muertos
(Un millón de tumbas,
Un millón de espectros)
Ahora vivo a costa
De un millón de cuerpos
(Un millón de sombras,
Un millón de sueños)
Cuánta sangre se ha perdido !
Cuánto honor herido
¡ En estas guerras crueles sin laureles !
¡ Cuánta hambre se ha pasado !
Hambre por cada lado,
Hambre de paz, hambre de hombre honrado.
Ahora vivo a costa
De un millón de muertos
(Un millón de tumbas,
Un millón de espectros)
Ahora vivo a costa
De un millón de cuerpos
(Un millón de sombras,
Un millón de sueños)
¡ Cuántas lágrimas lloradas
Para lavar las llagas !
Para olvidar los muertos con el tiempo.
¡ Cuántos ojos, cuántas caras !
¡ Cuántas vidas cortadas !
¡ Cuántas ilusiones enterradas !
(ESTRIBILLO)

Tradução da letra

Agora vivo a costa
De um milhão de mortos
(Um milhão de sepulturas,
Um milhão de espectros)
Agora vivo a costa
De um milhão de corpos
(Um milhão de sombras,
Um milhão de sonhos)
Quanta sepultura ! Já não há terra
Para cavar nele,
Para deixar sem nome tanto homem.
Quantos nomes na história
São donos das glórias…
Quantos homens custam as vitórias…
Agora vivo a costa
De um milhão de mortos
(Um milhão de sepulturas,
Um milhão de espectros)
Agora vivo a costa
De um milhão de corpos
(Um milhão de sombras,
Um milhão de sonhos)
Quanto sangue foi perdido !
Que honra ferido
Nestas guerras cruéis sem louros !
Tanta fome já passou !
Fome de cada lado,
Fome de paz, fome de homem honrado.
Agora vivo a costa
De um milhão de mortos
(Um milhão de sepulturas,
Um milhão de espectros)
Agora vivo a costa
De um milhão de corpos
(Um milhão de sombras,
Um milhão de sonhos)
Quantas lágrimas choradas
Para lavar as feridas !
Para esquecer os mortos com o tempo.
Quantos olhos, quantas caras !
Tantas vidas cortadas !
Quantas ilusões enterradas !
(Refrão)