Cea Serin — Meridian's Tear letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Meridian's Tear" de Cea Serin.
Letra
«Always behind while building to none
Behold a beginning that’s swept up in one
(twisting in pair)
Magnificent minds and the furious blind
Tremble in calm for the days left behind
(within…meridian's tear)»
Born from disease, misled to echo
Shaping delusions while memories grow
Filled with the sense to follow the cast
But blessed with the will to raise ill of the past
Trained by the word and hand to complete the strand
Encircled by a frame to abide the name
In every face lies the presence of one
In every voice cries the answer to come
Within the language of time, form, and thought
Replies the aware of what has been taught
Guided by a reason, to become or to betray
Embodied to a boundary that’s inner tides turn to portray
For every word that bleeds to beg, to vow, a plea to be
A cross to bear for a life chased but never free
From zero to end lay the stain of bonds left to mend
A subtle decay for the faith that remains of the day
See the shade
Of a wordless being, forced into seeing
Trace the way
Through inner resign and endless design
In every choice lies the presence of one
In every breath cries the answers to come
Within the language of time, form, and sound
Betrays the aware of what has been found
Behind the seasons, an end to a change
(see the shade Where wisdom is broken of a wordless being forced into seeing
Within the language of all that can be trace the way
Replies the unspoken through inner resign and endless design)
Tradução da letra
"Sempre para trás enquanto constrói para ninguém
Contemplem um começo que é arrebatado em um
(torcendo em par)
Mentes magníficas e cegos furiosos
Tremam calmos pelos dias deixados para trás
(within...meridian's tear)»
Nascido da doença, induzido ao Eco
Moldando delírios enquanto as memórias crescem
Cheio do sentido de seguir o elenco
Mas abençoada com a vontade de levantar o mal do passado
Treinado pela palavra e mão para completar o fio
Rodeada por uma moldura para respeitar o nome
Em cada rosto está a presença de um
Em cada voz chora a resposta por vir
Dentro da linguagem do Tempo, forma e pensamento
Respostas o conhecimento do que foi ensinado
Guiado por uma razão, para se tornar ou trair
Encarnado numa fronteira que as marés interiores retratam
Por cada palavra que sangra para implorar, para jurar, um apelo para ser
Uma cruz para suportar por uma vida perseguida mas nunca livre
Do zero ao fim estava a mancha de ligações deixadas para reparar
Uma decadência sutil para a fé que resta do dia
Veja a sombra
De um ser sem palavras, forçado a ver
Trace o caminho
Através da resignação interior e do design sem fim
Em cada escolha está a presença de um
Em cada respiração chora as respostas por vir
Dentro da linguagem do Tempo, forma e som
Trai o conhecimento do que foi encontrado
Por trás das estações, o fim de uma mudança
(veja a sombra onde a sabedoria é quebrada de um ser sem palavras forçado a ver
Dentro da linguagem de tudo o que pode ser trace o caminho
Responde ao silêncio através da resignação interior e do design sem fim)