Catherine Sauvage — Rotterdam letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Rotterdam" de Catherine Sauvage.

Letra

Il n’en restait plus qu’un
Et c'était celui-là
Un port du Nord ça plaît
Surtout quand on n’y est pas
Ça fait qu’on voudrais y être
Ça fait qu’on n’sait pas bien
S’il faut s’taper l’poète
Ou s’taper la putain… d’Rotterdam
Où y a pas qu’des putains
Où y a pas qu’des marins
Où y a des chiens perdus
Et les enfants des rues
Où y a pas qu’des marchands
Où y a pas qu’des chalands
Où y a des vieux chevaux
Qui bridgent avec la mort
Où y a des flics chinois
Qui se prennent pour la reine
Où y a des filles en soie
Qui font couler leur gaine
Sur le bord du trottoir
Comme un chagrin de plus
Qui traînera ce soir
Tout le long de la rue
Si au moins ça pouvait r’ssembler à Rotterdam
Où y a des rats crevés
Comme y’en a à Paris
Où y a des chats croisés
Avec des vieilles souris
Où y a pas qu’de l’import
Où y a bien loin du port
Des amants qui se font
Et puis qui se défont
Où y a pas qu’des banknotes
Au seuil des minijupes
Et des mecs qui s’occupent
A placer leur cam’lote
Où y a des malheureux
Qui donneraient leur cul
Si en donnant son cul
On était bienheureux
Si au moins ça pouvait r’ssembler à Rotterdam
Où y a des assassins
Planqués dans leur whisky
Et puis des insensés
Qui pass’ront pas la nuit
Où y a pas qu’du tabac
Au goût de caramel
Où y a de pauv’s soldats
Qui s’farciraient l’Carmel
Où y a un Christ debout
Derrière un bar de nuit
Qui cause avec le bout
Avec le bout d’la nuit
Où y a des exilés
Qui sortent leur exil
Dans le ciel barbelé
D’un' publicité con
Si au moins ça pouvait r’ssembler à Rotterdam
Où je n’irai jamais
Car je vais au soleil
Où tu n’iras jamais
Car partout c’est pareil
Je prends le train du Sud
Tu prends le train du Sud
Il prend le train du Sud
Jusqu’au bout de la nuit
Si au moins ça pouvait r’ssembler à l’ITALIE

Tradução da letra

Só restava um.
E foi este.
Um porto do Norte que lhe agrada
Especialmente quando não estás lá.
Queríamos estar lá.
Não sabemos.
Se tiveres de comer o poeta
Ou Roterdão.
Onde não há apenas putas
Onde não há apenas marinheiros
Onde há cães perdidos
E crianças de rua
Onde não há apenas Comerciantes
Onde não há apenas barcaças
Onde há cavalos velhos
Que bridgent com a morte
Onde estão os polícias chineses?
Que pensam em si mesmos como a Rainha
Onde há raparigas de seda
Que fazem a bainha fluir
No passeio
Como mais uma dor
Quem vai sair esta noite?
Ao longo da rua
Se ao menos pudesse parecer Roterdão
Onde há ratos perfurados
Como em Paris
Onde há gatos cruzados
Com ratos velhos
Onde não há apenas importação
Onde longe do Porto
Amantes que curtem
E depois desmoronam-se.
Onde não existem apenas notas
No limiar das mini-saias
E homens que cuidam de
Para colocar a sua cam'lote
Onde há infelicidade
Quem daria o cu
Se lhe deres o cu
Fomos abençoados.
Se ao menos pudesse parecer Roterdão
Onde há assassinos
Escondidos no seu uísque.
E depois tolos
Que não passarão a noite
Onde não há apenas tabaco
Para provar caramelo
Onde há pobres soldados
Quem encheria o Carmelo?
Onde está um Cristo?
Atrás de um bar nocturno
Quem causa com a dica
Com o fim da noite
Onde estão os exilados?
Que deixam o seu exílio
No céu barbeado
De um con
Se ao menos pudesse parecer Roterdão
Onde nunca irei
'Cause i'm going to the sun
Onde nunca irás
Porque em todo o lado é o mesmo
Vou apanhar o comboio do Sul.
Apanha o comboio do Sul.
Ele apanha o comboio do Sul.
Até ao fim da noite
Se ao menos pudesse parecer-se com a Itália