Cathedral — Jaded Entity letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Jaded Entity" de Cathedral.
Letra
Here, gibbering alone, oh The earth and heavens, they so tire me In our life I’ve seen, I’ve no desire to be This crumbled throne of worldly gain
Glory forgotten, just nothing remains
We’ve come too far, we are so close
One soul inside, one forever weeping
As the vain morning dawns all life fades away
You can take me now, beyond the violet veil
And whatever flames the night in these deeds I’ve done
In fate’s control, at last my time has come
We’ve come too far, we are so close
One soul inside, one forever weeping
Death is death, the little host that squirms
Smell the dark, the coffin closed
And I so soft, ooh, so soft, no movement
And no breath, no ears, no nose, no eyes
Death is death, sepulchre
No sight, no sound, no cry
And always, always
Death is death, yeah
Damp skin in graying sheets
Decaying, absorbing me Bleached white ceiling above
Dehydrating visions of love
Vitality slides back down the walls
Saturating the velvet floor
Numbness writhes in all I adore
Wasting here, can’t see the door
We’ve come too far, we are so close
One soul inside, one forever weeping
Tradução da letra
Aqui, a tagarelar sozinho, Oh a terra e os céus, cansam - me tanto na nossa vida que já vi, que não desejo ser este trono desfeito de ganho mundano
Glória esquecida, nada resta
Chegamos longe demais, estamos tão perto
Uma alma lá dentro, uma para sempre chorando
Enquanto a manhà và amanhece toda a vida se desvanece
Podes levar-me agora, para além do véu Violeta
E todas as chamas da noite nestes feitos que eu fiz
No controle do Destino, finalmente chegou a minha hora.
Chegamos longe demais, estamos tão perto
Uma alma lá dentro, uma para sempre chorando
A morte é a morte, o pequeno hospedeiro que se contorce
Cheira a escuridão, o caixão fechado
E eu tão suave, ooh, tão suave, sem movimento
E sem respiração, sem ouvidos, sem nariz, sem olhos
Morte é morte, sepulcro.
Sem visão, sem som, sem choro
E sempre, sempre
Morte é morte, sim
Pele húmida em folhas para cinzelar
Decaindo, absorvendo o meu tecto branco branqueado acima
Desidratando visões de amor
A vitalidade desliza pelas paredes
Saturar o chão de veludo
A dormência contorce-se em tudo o que adoro
A desperdiçar aqui, não consigo ver a porta
Chegamos longe demais, estamos tão perto
Uma alma lá dentro, uma para sempre chorando