Catamenia — The Path That Lies Behind Me letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Path That Lies Behind Me" de Catamenia.
Letra
I am discharging the twilights of my mind
Conditioning fabricates my authentic sight
My radiant past, beaten paths are left behind
In the sea of make-believes, lies the remnants of dying mind
Death notice, think deep, death sentence, think deep
Last shout, breath deep, last twitch, sink deep
The morbid images are draining my consciousness
Raping, slaughtering my thinking process
Once I was a beast of a man, now I am just a man of a straw
Beaten paths are now left behind, the paths of dawn
Lost ideals of the future became the past
Revolutions of silent lambs are despairly made to last
This meaningless life breaks down far way too fast
Psychic hellhounds tear remains of abandoned soul rags
Break my essence, the core of weak morality
Steal my essence, it’s an empty meaningless territory
Break my skull, the vermin caveman decease
Eat my guts, modern man’s heel of Achilles
Tradução da letra
Estou a descarregar os tremores da minha mente.
O condicionamento fabrica a minha visão autêntica.
O meu passado radiante, caminhos batidos são deixados para trás.
No mar do faz-de-conta, estão os restos da mente moribunda.
Death notice, think deep, death sentence, think deep
Último grito, respiro fundo, último tique, afunda fundo
As imagens mórbidas estão a sugar-me a consciência.
Violar, massacrar o meu processo de pensamento
Uma vez fui uma besta de homem, agora sou apenas um homem de palha.
Caminhos batidos são agora deixados para trás, os caminhos do amanhecer
Os ideais perdidos do futuro tornaram-se o passado
Revoluções de cordeiros silenciosos são desesperadas feitas para durar
Esta vida sem sentido desmorona-se demasiado depressa.
Cães infernais psíquicos destroem restos de trapos de almas abandonadas.
Quebrar a minha essência, o núcleo da moral fraca
Rouba a minha essência, é um território vazio e sem sentido.
Parte-me o crânio, o verme das cavernas engana
Come as minhas entranhas, o calcanhar de Aquiles do homem moderno