Carlos Sadness — Amores Flacos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amores Flacos" de Carlos Sadness.

Letra

pero no me lo digas, no me lo digas todavía,
que la ilusión aun me hace compañía.
Mira, no distinguía realidad de fantasía y así me iba,
así me iba, de las nubes para arriba.
Vienes a clavarme tus huesos de alfiler ahora que mi
corazón no puede pagarte el alquiler de tus costillas,
te dejo a deber tres mil cosquillas que se fueron por la planta del pie.
Amores flacos, de piernas que se enredan,
se anudan, de besos que no saben donde caben y se fugan,
porque tú eres solo huesos,
delgada como el viento. Cuando te busco te acabo perdiendo.
Pero éramos tan fáciles, químicos y frágiles.
Pájaros que escapan de su jaula y qué difícil es separarse
cuando todo esto encaja.
Amores Flacos son.
Oye escúchame bien, no tengo nada que perder,
vamos a clavarnos los huesos y darnos los besos que ayer te negué.
Así salté por la ventana imaginando que volaba y ya
ves, las heridas me las curas después.
Porque el tiempo es la mejor medicina,
pero tú estás tan cerca que me clavas las espinas,
con las luces de tus ojos encendidas no habrá quien
se duerma, ni yo que sueño enseguida mira.
Amores flacos son eternos y fugaces,
de esos que matan y nos hacen inmortales,
hoy romperemos los cristales que protegen nuestros corazones frágiles.
Pero éramos tan fáciles, químicos y ágiles.
Pájaros que escapan de su jaula y qué difícil es separarse
cuando todo esto encaja.
Amores Flacos son.
Oye escúchame bien, no tengo nada que perder,
vamos a clavarnos los huesos y darnos los besos que ayer te negué.
Si alguna esquina se rompió,
fue en un despiste eléctrico.
Amores Flacos brillarán con un silbido mágico.

Tradução da letra

mas não me digas, não me digas ainda,
que a ilusão ainda me faz companhia.
Olha, eu não distinguia a realidade da fantasia e era assim que eu ia,
era assim que eu ia, das nuvens para cima.
Vens espetar-me os teus ossos de alfinete agora que eu
o coração não te pode pagar a renda das tuas costelas,
deixo-te a dever três mil Cócegas que foram pela sola do pé.
Amores magros, de pernas que se enredam,
atam-se, de beijos que não sabem onde cabem e se fujam,
porque tu és apenas ossos,
fina como o vento. Quando te procuro, acabo por te perder.
Mas éramos tão fáceis, químicos e frágeis.
Pássaros que escapam de sua gaiola e quão difícil é se separar
quando tudo isso se encaixa.
Amores magros são.
Ouve-me bem, Não tenho nada a perder,
vamos espetar-nos os ossos e dar-nos os beijos que ontem te recusei.
Assim saltei pela janela imaginando que voava e já
vês, as feridas curam-me depois.
Porque o tempo é o melhor remédio,
mas tu estás tão perto que me cravas os espinhos,
com as luzes dos teus olhos acesas não haverá quem
adormeça, nem eu que sonho logo olha.
Amores magros são eternos e fugazes,
daqueles que matam e nos tornam imortais,
hoje vamos quebrar os cristais que protegem nossos corações frágeis.
Mas éramos tão fáceis, químicos e ágeis.
Pássaros que escapam de sua gaiola e quão difícil é se separar
quando tudo isso se encaixa.
Amores magros são.
Ouve-me bem, Não tenho nada a perder,
vamos espetar-nos os ossos e dar-nos os beijos que ontem te recusei.
Se algum canto quebrou,
foi uma partida Eléctrica.
Amores magros vai brilhar com um apito mágico.