Carlos Rivera — A Tu Vera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A Tu Vera" de Carlos Rivera.

Letra

A tu vera,
A tu vera,
Siempre a la verita tuya,
Siempre a la verita tuya,
Aunque yo de amor me muera,
Que no mirasen tus ojos,
Que no llamase a tu puerta,
Que no pisasen de noche,
Las piedras de tu calleja,
A tu vera,
Siempre a la verita tuya,
Siempre a la verita tuya,
Aunque yo de amor me muera,
Mira que dicen y dicen,
Mira que la tarde aquella,
Mira que se fue y se vino,
De su casa a la alameda,
Y así mirando y mirando,
Así empezó mi ceguera,
Así empezó mi ceguera,
A tu vera,
Siempre a la verita tuya,
Siempre a la verita tuya,
Aunque yo de celos muera,
Que no bebiese en tu pozo,
Que no jurase en la reja,
Que no mirase contigo,
Las lunas de primavera,
A tu vera,
Siempre a la verita tuya,
Siempre a la verita tuya,
Aunque yo de amor me muera,
Y ya pueden clavar puñales,
Y ya pueden cruzar tijeras,
Oleada,
Y ya pueden cubrir con sal,
Los ladrillos de tu puerta,
Ayer, hoy, mañana y siempre,
Y eternamente a tu vera,
Eternamente a tu vera,
A tu vera,
Siempre a la verita tú,
Siempre a la verita tuya,
Hasta el día en que me muera,
Hasta el día en que me muera.

Tradução da letra

A tua vera,
A tua vera,
Sempre à tua Verinha,
Sempre à tua Verinha,
Mesmo que eu morra de amor,
Não olhes para os teus olhos,
Que não batesse à tua porta,
Que não pisassem à noite,
As pedras da tua rua,
A tua vera,
Sempre à tua Verinha,
Sempre à tua Verinha,
Mesmo que eu morra de amor,
Olha o que dizem e dizem,
Olha para aquela tarde,
Olha que ele se foi embora e se foi embora,
De sua casa para a alameda,
E assim olhando e olhando,
Foi assim que a minha cegueira começou,
Foi assim que a minha cegueira começou,
A tua vera,
Sempre à tua Verinha,
Sempre à tua Verinha,
Mesmo que eu morra de ciúmes,
Que não bebesse no teu poço,
Que não jurasse na grade,
Que não olhasse para ti,
As luas da primavera,
A tua vera,
Sempre à tua Verinha,
Sempre à tua Verinha,
Mesmo que eu morra de amor,
E já podem pregar punhais,
E já podem atravessar tesouras,
Onda,
E eles já podem cobrir com sal,
Os tijolos da tua porta,
Ontem, hoje, amanhã e sempre,
E eternamente à tua vera,
Eternamente à tua vera,
A tua vera,
Sempre a la verita tu,
Sempre à tua Verinha,
Até ao dia em que morrer,
Até ao dia em que morrer.