Carlos Ponce — Canela letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Canela" de Carlos Ponce.

Letra

Por una probadita de los labios de canela
Chiquito de la loma con paciencia espera
A que le toque su turno, con unos nervios profundos
Pues es la primera vez que la vida prueba
Con ella don Jacinto se toma su tiempo
Se gasta cada quinto sin remordimiento
Y doa Toa lo espera vestida en traje de Eva
Ahogando su mal sabor en una botella
Canela, Canela tu nia tiene hambre
Canela, Canela, ay dale de comer
Y dile que pintas sonrisas en las caras de los hombres tristes
Y asi talvez tu nia ya no llorar
Dnde ests mam
Riquito, ricachn del barrio la alucina
Es hijo de la duea de la tienda de la esquina
Con su chaqueta de cuero derrochando su dinero
Pero por lo menos deja buena propina
Danilo que la quiere desde que era muy pequeo
Se lleva lo que tiene para la casa de empeo
Y ahora compra sus carisias
Mientras afuera la fila crece de prisa
Canela, Canela tu nia tiene hambre
Canela, Canela ay dale de comer
Y dile que pintas sonrisas en las caras de los hombres tristes
Y asi talvez tu nia ya no llorar
Y asi talvez tu nia ya no llorar
Canela, Canela lo que se hereda no se hurta
No enseas a tu nia lo que te enseo tu madre
Tu dile que pintas sonrisas en las caras de los hombres tristes
Y asi talvez tu nia ya no llorar
Canela, Canela tu nia tiene hambre
Canela, Canela, ay dale de comer
Y si en el cielo te perdonan
Y algn dia te regalan alas
Ay Canela sobre ella volars
Y le dirs, aqu est mam
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Tradução da letra

Para um sabor dos lábios de canela
Chiquito de La loma com paciência espera
A que lhe toque a sua vez, com uns nervos profundos
É a primeira vez que a vida prova
Com ela don Jacinto leva seu tempo
Cada quinto é gasto sem remorso
E doa Toa espera por ele vestida em traje de Eva
Afogando seu mau gosto em uma garrafa
Canela, Canela sua nia está com fome
Canela, Canela, dá-lhe de comer
E diz lhe que pintas sorrisos nos rostos dos homens tristes
E assim talvez sua nia já não chorar
Dnde ests mam
Riquito, ricachn do bairro a alucina
É filho da dona da loja da esquina
Com sua jaqueta de couro desperdiçando seu dinheiro
Mas pelo menos deixa boa gorjeta
Danilo que a ama desde que era muito pequeno
Leva o que tem para a casa da empeo
E agora compra as suas carisias
Enquanto lá fora a fila cresce com pressa
Canela, Canela sua nia está com fome
Canela, Canela, dá-lhe de comer
E diz lhe que pintas sorrisos nos rostos dos homens tristes
E assim talvez sua nia já não chorar
E assim talvez sua nia já não chorar
Canela, Canela o que é herdado não é roubado
Não ensinas a tua nia o que a tua mãe te ensinou
Diz lhe que pintas sorrisos nos rostos dos homens tristes
E assim talvez sua nia já não chorar
Canela, Canela sua nia está com fome
Canela, Canela, dá-lhe de comer
E se no céu te perdoarem
E algn dia te dão asas
Ai Canela sobre ela volars
E le dirs, aqui está mam
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