Carlos Mateos — Amantes de Callejuelas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amantes de Callejuelas" de Carlos Mateos.

Letra

No quieres compromiso ni algo serio entre los dos
Pero reclamas mi abrigo cada noche en tu colchon
Vienes mendigando besos
Pero no quieres amor
Ya me canso de esconderme cada vez que me preguntas
De taparte las verguenzas porque todo te disgusta
Del miedo del que diran
De eso que tanto te asusta
De perderme por triana
Pa que nadie nos encuentre a las 6 de la mañana
Ya me cansa no ser nadie si estoy fuera de tu cama
De esperarte en una esquina como si nos controlaran
AMANTES DE CALLEJUELAS
De que me valen tus besos si al día siguiente los niegas
Y delante de la gente somos personas ajenas
Al abrazo y las caricias que tantas noches te diera
Amantes de noches frías
De escondernos de nosotros y de tanta tontería
De renegar lo evidente cuando sabes que eres mía
De demostrarme lo poco que tengo tras mi agonía
De darte besos a oscuras
Pa' que no nos delatara y el brillo que da la luna
Ya me cansa que ni mires por guardar la compostura
Pa' que la gente no hile mis brazos con tu cintura
Y amantes de callejuelas
De que me valen tus besos si al día siguiente los niegas
Y delante de la gente somos personas ajenas
Al abrazo las caricias que tantas noches te diera
Amantes de noches frías
De escondernos de nosotros y de tanta tontería
De meterme en tu paraguas cuando anoche ni llovía
Y namás cruzar el puente casi ni me conocía

Tradução da letra

Você não quer compromisso ou algo sério entre os dois
Mas reclamas o meu casaco todas as noites no teu colchão
Vem implorando beijos
Mas não queres amor
Estou farto de me esconder sempre que me perguntas
De te tapares com as vergonhas porque tudo te desagrada
Do medo do que dirão
É disso que tanto te assusta
De me perder pela triana
Pa ninguém nos encontrar às 6 da manhã
Já me cansa não ser ninguém se estiver fora da tua cama
De esperar por ti num canto como se nos controlassem
AMANTES DE RUELAS
De que me valem os teus beijos, se no dia seguinte os negares
E na frente das pessoas somos pessoas de fora
Ao abraço e às carícias que tantas noites te dei
Amantes de noites frias
De nos escondermos de nós e de tanta tolice
De renegar o óbvio quando sabes que és minha
De me mostrar o pouco que tenho por trás da minha agonia
De te dar beijos às escuras
Pa ' que não nos denunciasse e o brilho que dá a lua
Já me cansa que nem olhes para guardar a compostura
Para que as pessoas não puxem meus braços com sua cintura
E amantes de ruelas
De que me valem os teus beijos, se no dia seguinte os negares
E na frente das pessoas somos pessoas de fora
Ao abraço as carícias que tantas noites te dei
Amantes de noites frias
De nos escondermos de nós e de tanta tolice
De me meter no teu guarda chuva quando ontem à noite nem chovia
E namás atravessar a ponte quase não me conhecia