Carlos Gardel — Tomo y Obligo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Tomo y Obligo" de Carlos Gardel.

Letra

Tomo y obligo, mndese un trago
Que hoy necesito el recuerdo matar,
Sin un amigo, lejos del pago,
Quiero en su pecho mi pena volcar.
Beba conmigo y si se empaa
De vez en cuando mi voz al cantar,
No es que la llore por que me engaa
Yo s que un hombre no debe llorar.
Si los pastos conversaran,
Esa pampa le dira
De que modo la quera,
Con que fiebre la ador
Cuantas veces de rodillas.
Tembloroso yo me he hincado
Bajo el rbol deshojado donde un da la bes,
Y hoy al verla envilecida
A otros brazos entregada
Fue «pa"mi una pualada.
Y de celos me cegu
Y le juro todava, no consigo comprenderme
Como pude contenerme,
Y ahi no mas no la mat.
Tomo y obligo, mndese un trago
De las mujeres mejor no hay que hablar,
Todas, amigo, dan muy mal pago,
Hoy mi experiencia lo puede afirmar.
Siga un consejo, no se enamore
Y si una vuelta le toca hocicar
Fuerza canejo, sufre y no llores
Que un hombre macho no debe llorar
Si los campos conversaran… …

Tradução da letra

Tomo e obrigo, mndese uma bebida
Que hoje preciso da memória matar,
Sem um amigo, longe do pagamento,
Quero no seu peito a minha pena despejar.
Beba comigo e se empaa
De vez em quando a minha voz ao cantar,
Não que eu a chore porque ela me engana
EU s que um homem não deve chorar.
Se as pastagens conversassem,
Aquela pampa vai dizer-lhe
De que maneira a quer,
Com que febre a ador
Quantas vezes de joelhos.
Tremendo eu me ajoelhei
Sob o rbol desfeito onde um dá o bes,
E hoje ao vê la envilecida
Para outros braços entregues
Foi " pa " minha uma pualada.
E de ciúmes cegou me
E juro-lhe ainda, não consigo entender-me
Como pude me conter,
E aí não mais não a mat.
Tomo e obrigo, mndese uma bebida
Das mulheres melhor não falar,
Todas, amigo, dão muito mau pagamento,
Hoje minha experiência pode afirmar isso.
Siga um conselho, não se apaixone
E se uma volta lhe toca focinho
Força canejo, sofre e não chores
Que um homem macho não deve chorar
Se os campos conversassem… …