Carlos Gardel — Calavera Viejo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Calavera Viejo" de Carlos Gardel.

Letra

Calavera viejo, rico y bonachn,
ЎQu alegre pases tu porte gentil!
Al mirar tu pinta brava de varn
El tiempo que se fue lo siento revivir.
Muchos aos han pasado y no aflojs
En lances de amor ni en farras que ves
Porque en todas las garufas demostrs
Que no te asusta el tren de amores y champn.
їTe acords las amarguras
Que en un tiempo soportamos
Y las noches que pasamos
Pensando en la mishiadura?
їTe acords, viejo,
Con cuanto aspamento
Miramos el vento
Las noches aquellas?
їY cuando deseosos
De un peso nos vimos
Y despus nos fuimos
Meta garufear?.
Hoy que traigo a mi memoria el tiempo aquel
De la juventud que no vuelve ms,
Me da gusto cuando veo que tens
Como en tu mocedad posturas de galn.
Hacs bien, segu la farra sin cesar
Pues todo pa' vos debe ser as Sos, hermano, un calavera que al dolor
Vos siempre le encontrs remedio en el amor.
Hoy al ver que tu pilchaje
No tiene el corte fulero
De aquel traje dominguero
Que tantas veces lo usaste,
Yo pienso, hermano,
Que tambin nosotros
Hoy somos como otros
Que viven sonriendo
Y del pasado,
Que se va borrando
Vamos recordando
Las horas de ayer.

Tradução da letra

Crânio velho, rico e bonachn,
YQu alegre passe seu porte gentil!
Ao olhar para o seu olhar brava de varn
O tempo que ele foi desculpe revivê-lo.
Muitos aos passaram e não afrouxar
Em lances de amor nem em farras que vês
Porque em todas as garufas demonstrs
Que não te assusta o comboio de amores e champn.
acordas te as amarguras
Que em algum tempo suportamos
E as noites que passamos
Pensando na mishiadura?
acords, meu,
Com quanto aspamento
Nós olhamos para o vento
Aquelas noites?
e quando desejosos
De um peso nos vimos
E depois fomos embora
Meta garufear?.
Hoje que trago à minha memória o tempo aquele
Da Juventude que não retorna ms,
Fico contente quando vejo que tens
Como na tua mocidade posições de galn.
Hacs bem, de acordo com a farra sem cessar
Pois todo pai deve ser assim, irmão, um crânio que à dor
Você sempre encontra remédio no amor.
Hoje ao ver que sua pilchagem
Não tem o corte fulero
Daquele fato dominguero
Que tantas vezes o usaste,
Eu penso, irmão,
Que também nós
Hoje somos como outros
Que vivem sorrindo
E do passado,
Que se vai apagando
Vamos lembrando
As horas de ontem.