Carlos Chaouen — Vivo Al Día letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Vivo Al Día" de Carlos Chaouen.
Letra
Nací un otoño de madrugada
Hasta ahora llevo el mismo corazón
Dicen que me ha cambiado algo la cara
Nací en un estribillo del amor
Crecí bebiendo siempre de agua clara
Crecí dando patadas a un balón
Mi mejor amigo fue la funda de mi almohada
A veces tuve frío, otras calor
Estuve cerca del sexo en rutina
Estuve cerca de pecar con Díos
Luego hice el amor en las esquinas
Ahora mi vida es una canción
Y hace ya tiempo que vivo al día
Que no me bajo en ninguna estación
Y no mi importa partirme la cara
Por una mirada por un corazón
Y si hace falta me juego la vida
Me juego la muerte que es mucho mejor
Y no me importa partirme la cara
Por una mirada por un corazón
Te como el cordón umbilical
Y te quito las telarañas
No hay mejor color
Que el que se cae de tus pestañas
Dejé mitad de todo en el camino
Los baches me enseñaron a saltar
La muerte ayunará de estarme vivo
El sol cuando hay resaca pica más
La piel son peces vertidos a tierra
Dejé apenas dos flores sin pisar
Uno de ellos me llevó a la guerra
Gané y perdí las ganas de llorar
Te como el cordón umbilical
Y te quito las telarañas
No hay mejor sabor
Que el de tu piel por las mañanas
No hay mejor balcón que el del
Encaje de tu falda
Tradução da letra
Nasci um outono de madrugada
Até agora tenho o mesmo coração
Dizem que a minha cara mudou um pouco
Nasci num refrão do amor
Eu cresci bebendo sempre de água limpa
Eu cresci chutando uma bola
Meu melhor amigo foi a minha fronha
Às vezes, eu tive frio, outras calor
Estive perto do sexo de rotina
Estive perto de pecar com Deus
Então eu fiz amor Nas esquinas
Agora a minha vida é uma canção
E já há muito tempo que vivo por dia
Que não saio em nenhuma estação
E não me importo de me Partir a cara
Por um olhar por um coração
E se for preciso eu jogo a minha vida
Eu jogo a morte que é muito melhor
E não me importo de Partir a cara
Por um olhar por um coração
Te como o cordão umbilical
E tiro te as teias de aranha
Não há melhor cor
Do que aquele que cai de seus cílios
Deixei metade de tudo no caminho
Os buracos ensinaram-me a saltar
A morte jejuará de estar vivo
O sol quando há ressaca coça mais
A pele são peixes derramados em terra
Deixei apenas duas flores sem pisar
Um deles levou me à guerra
Ganhei e perdi o desejo de chorar
Te como o cordão umbilical
E tiro te as teias de aranha
Não há melhor sabor
Do que a tua pele de manhã
Não há varanda melhor do que o do
Renda da sua saia