Carlos Chaouen — Pintando En El Cielo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pintando En El Cielo" de Carlos Chaouen.
Letra
Una nube azul, asomo de tormenta y el otoño en ti
Es siempre primavera necesito huir
A un mundo de miradas transparentes
Debí haberte besado más urgentemente
Debí haberte ofrecido más en todos los sentidos
Pero me enamoré de las gaviotas
Que volaban a otros nidos
Una cita hoy de aquellas de domingo
Me podría salvar de todos los hechizos
Estaré en el bar
Allí dónde se cruzan mis caminos
Dónde voy desmembrando a mis amigos
Dónde voy aduciendo la necesidad del beso
En vaporosos iris dilatados de la mano de un mal vino
Me paso la vida
Buscando un enigma
Pintando en el cielo
Me muero en tu risa
No he estado en mejor estación que en tu pecho
Me paso la vida
Buscando un enigma pintando en el cielo
Y si me condenas
Elijo la crucifixión en tu pelo
Y pasea Madrid
Al ritmo de mis pasos
Y otro corazón que suena a blasfemia
Pido algún favor
A las estrellas solas de la noche
Y añoro la complicidad del coche
Buscando aparcamiento como quién buscaba aliento
Y todos los semáforos en rojo
Eran puntos de derroche
Me paso la vida…
Tradução da letra
Uma nuvem azul, tempestade e queda em você
É sempre primavera preciso fugir
Para um mundo de olhares transparentes
Devia ter te beijado com mais urgência
Devia ter te oferecido mais em todos os sentidos
Mas apaixonei me pelas gaivotas
Que voavam para outros ninhos
Um encontro hoje daqueles de domingo
Poderia Me salvar de todos os feitiços
Estarei no bar
Onde meus caminhos se cruzam
Onde vou desmembrando meus amigos
Onde vou alegando a necessidade do beijo
Em vaporosas íris dilatadas da mão de um vinho ruim
Passo a vida
Procurando por um enigma
Pintando no céu
Morro na tua risada
Não estive em melhor estação do que no teu peito
Passo a vida
Procurando por um enigma pintando no céu
E se me condenares
Escolho a crucificação no teu cabelo
E passeie Madrid
Ao ritmo dos meus passos
E outro coração que soa a blasfêmia
Peço algum favor
Às estrelas sozinhas da noite
E eu sinto falta da cumplicidade do carro
À procura de estacionamento como quem procurava encorajamento
E todos os semáforos em vermelho
Eram pontos de desperdício
Passo a vida…