Carlos Chaouen — No Me Canso letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Me Canso" de Carlos Chaouen.
Letra
Estoy desnudo al amanecer
En este último piso abuhardillado
No sé si ponerme a 100
O darme una tregua en el lavabo
No tengo dinero para el tren que me lleva a tu barrio
Necesito aire en el pulmón del cielo de tus labios
La ventana ha cedido al sol que me aporta calor
Y algo de pena
No me queda nada de alcohol
Quién fuese Cristo en la última cena
No sé si mandarte una postal
Tatuada de ilusiones
O alucinarme un carnaval lleno de pasodobles
Mi corazón babea a papa
No sé si donde esta mi ropa la habré perdido
Junto al miedo
No me canso de quitarme el sombrero
Cuando llueve por mojarme las canciones
Y no me daré cuenta en esta puta vida que
Lo que yo quiero es rellenar tus rincones
No me canso de mirarte la cara
No me canso de vivir en escenarios
Y no hay más adversarios que nosotros de espalda
El amor son tres flores que se riegan a diario
Las pupilas ya sacian su sed
En el veneno de la enredadera
Invento el color también de las vocales
Con sabor a fresa
Visita la tarde leve, azul, ángel de luz de cárcel
La mar arde y no estás tú, y se hace menos tarde
La ventana prescindió del sol
Que va de migración hasta mañana
Ya llegó la ansiada luna
Que nunca nos evita las miradas
Hoy un paraíso en cada piel
Y un dios en cada hombre
Yo sigo poniendo en el sofá cojines de canciones
Mi corazón babea a papa
No sé si donde esta mi ropa la habré perdido
Junto al miedo
No me canso de quitarme el sombrero
Cuando llueve por mojarme las canciones
Y no me daré cuenta en esta puta vida que
Lo que yo quiero es rellenar tus rincones
No me canso de mirarte la cara
No me canso de vivir en escenarios
Y no hay más adversarios que nosotros de espalda
El amor son tres flores que se riegan a diario
Tradução da letra
Estou nu ao amanhecer
No último andar mansarda
Não sei se devo usar 100
Ou dar me uma trégua no lavatório
Não tenho dinheiro para o comboio que me leva ao teu bairro
Preciso de ar no pulmão do céu dos teus lábios
A janela cedeu ao sol que me traz calor
E alguma pena
Não tenho mais álcool
Quem fosse Cristo na última ceia
Não sei se te mando um postal
Tatuada de ilusões
Ou alucinar um carnaval cheio de passodobles
O meu coração Baba o pai
Não sei se onde está a minha roupa a perdi
Ao lado do medo
Não me canso de tirar o chapéu
Quando chove por me molhar as canções
E não vou perceber nesta vida que
O que eu quero é encher os teus cantos
Não me canso de olhar para a tua cara
Não me canso de viver em cenários
E não há mais adversários do que nós de costas
O amor são três flores que são regadas diariamente
As pupilas já saciam sua sede
No veneno da trepadeira
Eu Invento a cor também das vogais
Com sabor a morango
Visite a tarde leve, azul, anjo de luz da prisão
O mar arde e você não está, e se faz menos tarde
A janela dispensou o sol
Que vai de migração até amanhã
A lua ansiosa chegou
Que nunca nos evita olhares
Hoje um paraíso em cada pele
E um deus em cada homem
Eu continuo colocando no sofá almofadas de músicas
O meu coração Baba o pai
Não sei se onde está a minha roupa a perdi
Ao lado do medo
Não me canso de tirar o chapéu
Quando chove por me molhar as canções
E não vou perceber nesta vida que
O que eu quero é encher os teus cantos
Não me canso de olhar para a tua cara
Não me canso de viver em cenários
E não há mais adversários do que nós de costas
O amor são três flores que são regadas diariamente