Carlos Chaouen — La Vida Amurallada letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Vida Amurallada" de Carlos Chaouen.

Letra

Todos los caminos son de arena y las carreteras esperan por ti
Detrás del pañuelo se me quema la esperanza de poder verte reír
Quedan perros muertos en la acera, soy una flor seca a punta
De fusil
Hay un cielo que revienta estrellas y en las cárceles duermen sospechas hoy
Y los niños juegan a la guerra, yo soy la raíz de la tierra
En que estoy
Quedan hombres muertos en la acera y el futuro tira piedras
Al convoy
Y la vida amurallada, y la muerte es el despertador
Y la luna tan callada que se pone roja de rubor
Y el hombre sólo palabras, se hace viejo cuando sale el sol
Y la vida que se escapa, en qué bala está tu corazón?
Todas las heridas son la misma sangre
No valen trincheras cuando aprieta el hambre
Nunca tus pupilas pueden ser vencidas
Un mundo en silencio es un mundo homicida
Yo le grito al aire, que te dé la vida
Los enamorados tan distantes como están los tanques del
Sepulcro aquel
Que guarda las bombas de un gigante que nos acribilla
Contra la pared
Cielo ven a verme a la alambrada, traigo agua de lluvia
Pa calmar la sed
Y la vida amurallada, y la muerte es el despertador
Y la luna tan callada que se pone roja de rubor
Y el hombre sólo palabras, se hace viejo cuando sale el sol
Y la vida que se escapa, en qué bala está tu corazón?

Tradução da letra

Todas as estradas são de areia e as estradas estão esperando por você
Atrás do lenço queima me a esperança de te ver rir
Restam cães mortos na calçada, sou uma flor seca a ponta
De fuzil
Há um céu que rebenta estrelas e nas prisões dormem suspeitas hoje
E as crianças brincam à guerra, eu sou a raiz da terra
Em que estou
Há homens mortos na calçada e o futuro atira pedras
Comboio
E a vida murada, e a morte é o despertador
E a lua, tão calada, que fica vermelha de resplendor
E o homem só palavras, fica velho quando o sol nasce
E a vida que escapa, em que bala está o teu coração?
Todas as feridas são o mesmo sangue
Eles não valem trincheiras quando a fome aperta
Nunca suas pupilas podem ser vencidas
Um mundo em silêncio é um mundo homicida
Eu grito ao ar, que te dê a vida
Os amantes tão distantes quanto os tanques do
Sepulcro aquele
Que guarda as bombas de um gigante que nos mata
Contra a parede
Querida, vem ver-me à cerca, trago água da chuva
Pa saciar a sede
E a vida murada, e a morte é o despertador
E a lua, tão calada, que fica vermelha de resplendor
E o homem só palavras, fica velho quando o sol nasce
E a vida que escapa, em que bala está o teu coração?