Carlos Chaouen — La Reina letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Reina" de Carlos Chaouen.
Letra
Aunque no sea el más guapo de todos los inmortales
Quisiera ser el sereno de tus cositas terrenales
Como no tengo calesa ni cuadras de pura sangre
Yo te llevo a caballito pa enseñarte toa las calles
No me hacen falta pistolas ni castillos en el aire
Te regalaré un imperio en Cádiz por carnavales
Tu lengua es un mar despacio que a mí me mece en sus olas
Que teniendo aquí tu boca pa qué quiero yo un palacio
Ni yo soy el rey ni príncipe del vecindario
Pero tú eres la reina de mis telediarios
Mi voz es mi ley, mi frontera son tus piernas
Y toda, toda tu risa me la pongo por bandera
Yo soy lo que veis, príncipe del abecedario
Y toda, toda mi corte es mi corte de salario
Corónate, ponte flores en la melena
Que hoy tenemos una audiencia
Con un puchero de hierba de la buena
Pondremos en la almohada y en cualquier lugar urgente
De este cuento sin hadas, después de noches calientes
Mañanitas de mermelada
Soy monarca de tu horario, el infante de tus piernas
El esclavo de tus labios, lacayo de tus caderas
Tu lengua es un mar despacio que a mí me mece en sus olas
Que como se está en tu boca, no se está en ningún palacio
Tradução da letra
Mesmo que não seja o mais bonito de todos os imortais
Gostava de ser o sereno das tuas coisinhas terrenas
Como Não tenho chaise longues nem quadras de puro sangue
Eu levo te a cavalinho para te mostrar toa nas ruas
Não preciso de armas nem de castelos no ar
Dou Te um império em Cádiz por carnavais
A tua língua é um mar lento que me balança nas ondas
Que tendo aqui a tua boca pa o que eu quero um palácio
Nem eu sou o rei nem o príncipe do bairro
Mas tu és a rainha dos meus telejornais
A minha voz é a minha lei, a minha fronteira são as tuas pernas
E toda, toda a tua risada ponho-a por bandeira
Eu sou o que vocês vêem, príncipe do alfabeto
E toda, toda a minha corte é o meu corte de salário
Coroa, coloque flores na juba
Que hoje temos uma audiência
Com um beicinho de grama da boa
Vamos colocar no travesseiro e em qualquer lugar urgente
Deste conto de fadas, depois de noites quentes
Manhã de marmelada
Sou monarca do teu horário, O infante das tuas pernas
O escravo dos teus lábios, lacaio dos teus quadris
A tua língua é um mar lento que me balança nas ondas
Que, como se está na tua boca, não se está em nenhum Palácio