Carlos Chaouen — Faro del Paraíso letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Faro del Paraíso" de Carlos Chaouen.

Letra

Para cuando te marches
tienes las llaves que abren mis puertas,
y por si las perdieras
dejare siempre ventanas abiertas.
Para cuando te quedes
tengo en mi vientre un verano de estrellas
con un mar que se mece
si tu respiras desde su arena.
Ay amapola,
yo de tahur en otro mundo y tu tan sola,
hoy quiero habitar la pradera
entre tu ombligo y lo mas alto de tus piernas.
Ay hechicera,
quien fuera luz para alumbrarte las caderas
y hacer un eclipse de seda
en la aureola de tus montes de canela.
Que tengo tanto esperma en la mirada
que cuando lloro al viento nace un cielo
y tengo los besitos que me dabas
guardados en el fondo de mi pecho
y tengo en las gonadas del alma
otonos que comienzan en enero
y a veces se me olvidan las palabras
cuando meto los dedos en tu pelo.
Quiero morder tu labio mas secreto
quiero licuar tu zumo entre mis dedos,
en tu pelo ya no sere tan caliente
la gente nunca entiende mi desenfreno
que no haya suenos que se queden pendientes
que la vida es una sombra que se pierde.
Quiero morder tu labio mas secreto
quiero licuar tu zumo entre mis besos,
y ya sabes que prefiero un beso de muerte
a que me bese la muerte sin tu permiso.
Si quisieras mirarte en mi para verte
me voy a vivir al faro del paraiso
me voy a vivir al faro del paraiso
me voy a vivir al faro del paraiso.
Sacada por Miguel Angel de Iriarte Burundarena,
dedicada a mis maestros Ander, Juanlu, Herrera,
Gismera y Andres.

Tradução da letra

Para quando partires
tens as chaves que abrem as minhas portas,
e para o caso de as perderes
deixarei sempre janelas abertas.
Para quando ficares
tenho na minha barriga um verão de estrelas
com um mar balançando
se respirares da areia dele.
Papoila,
eu de tahur noutro mundo e tu tão sozinha,
hoje quero habitar a pradaria
entre o teu umbigo e o mais alto das tuas pernas.
Feiticeira,
quem fosse luz para te iluminar as ancas
e fazer um eclipse de seda
na auréola das tuas montanhas de canela.
Que tenho tanto esperma no olhar
que quando choro ao vento nasce um céu
e tenho os beijos que me deste
guardados no fundo do meu peito
e eu tenho no gonadas da alma
outros que começam em janeiro
e às vezes esqueço as palavras
quando meto os dedos no teu cabelo.
Quero morder o teu lábio mais secreto
quero liquefazer o teu sumo entre os meus dedos,
em seu cabelo não será mais tão quente
as pessoas nunca entendem o meu desenfreado
que não haja sons que fiquem pendentes
que a vida é uma sombra que se perde.
Quero morder o teu lábio mais secreto
quero liquefazer o teu sumo entre os meus beijos,
e sabes que prefiro um beijo de morte
que me beije a morte sem a tua permissão.
Se quisesses olhar para ti para te ver
vou viver para o farol do paraíso
vou viver para o farol do paraíso
vou viver para o farol do paraíso.
Tirada por Miguel Angel de Iriarte Burundarena,
dedicada aos meus professores Ander, Juanlu, Herrera,
Gismera e Andres.