Carlos Chaouen — Desfile De Gaviotas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Desfile De Gaviotas" de Carlos Chaouen.

Letra

Tú, de tanto preguntarme qué
Qué que haré con mi vida, qué
Qué dónde pongo el corazón
Muerto de fe lleno de sol
Yo que vivo en un columpio de
Palabras que me mecen de
De ir dejando el corazón
En cada paso de mis pies
Duermo en buhardillas
Me hacen gestos y cosquillas
Las anémonas
Y bebo en las orillas del Edén
Piso algún insecto
Por descuido mientras ando
Y no me cambio de trinchera
Pues mi bando aun tiene sed
Siento un desfile de gaviotas en el brazo
Me fundo en un abrazo con quien me quita la vida
No recuerdo cuando fue la última vez
Que vi mi alma dormida
Siento un desfile de gaviotas en el brazo
40 mariposas rubias y de pelo largo
No hay nada que decir ante el espejo de unos ojos cerrados
Y tu si tienes fe, arrodíllate
Y tú si tienes hambre come del aire
Sol, tu sexo que me da calor
Sabores que me da una flor
Los días como una pensión
Las noches mares de sudor
Yo que vivo en un infierno de
Palabras contra la pared
En una nube de algodón
Y verdes lunas de placer
Duermo en buhardillas
Me hacen gestos y cosquillas
Las anémonas
Y bebo en las orillas del Edén
Piso algún insecto
Por descuido mientras ando
Y no me cambio de trinchera
Pues mi bando aun tiene sed
Siento un desfile de gaviotas en el brazo
Os dejo aquí mi abrazo y un amor en cada esquina
No recuerdo cuando fue la última vez que vi mi alma
Dormida
Siento un desfile de gaviotas en el brazo
Un cuerpo a otro cuerpo no son más que dos pedazos
No hay nada que decir ante el espejos e unos ojos
Cerrados

Tradução da letra

Tu, de tanto me perguntares o quê
O que vou fazer com a minha vida
O que onde eu coloco o coração
Morto de fé, cheio de sol
Eu que vivo em um balanço
Palavras que me balançam de
De ir deixando o coração
Em cada passo dos meus pés
Durmo em dormers
Fazem me gestos e cócegas
As anêmonas
E bebo nas margens do Éden
Chão algum insecto
Por descuido enquanto ando
E não troco de trincheira
O meu lado ainda tem sede
Sinto um desfile de gaivotas no braço
Eu me fundo em um abraço com quem tira minha vida
Não me lembro quando foi a última vez
Que vi a minha alma a dormir
Sinto um desfile de gaivotas no braço
40 borboletas loiras e de cabelos longos
Não há nada a dizer diante do espelho de olhos fechados
E tu, se tens fé, ajoelha-te
E tu se tiveres fome come do ar
Sol, o teu sexo que me dá calor
Sabores que me dá uma flor
Os dias como uma pensão
As noites mares de suor
Eu vivo em um inferno de
Palavras contra a parede
Em uma nuvem de algodão
E verdes luas de prazer
Durmo em dormers
Fazem me gestos e cócegas
As anêmonas
E bebo nas margens do Éden
Chão algum insecto
Por descuido enquanto ando
E não troco de trincheira
O meu lado ainda tem sede
Sinto um desfile de gaivotas no braço
Deixo aqui o meu abraço e um amor em cada esquina
Não me lembro quando foi a última vez que vi a minha alma
Adormecida
Sinto um desfile de gaivotas no braço
Um corpo para outro não são mais do que dois pedaços
Não há nada a dizer diante do espelhos e uns olhos
Fechados