Carlos Chaouen — Buenos Aires letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Buenos Aires" de Carlos Chaouen.
Letra
De Buenos Aires a Madrid sólo hay un charco
Y desde ti hacia mí no salen barcos
Espero que seas feliz, pero no tanto
Como lo éramos aquí, siempre volando
Cada noche en la ventana riego las flores
Por ver si ellas supieran algo de tus amores
Y me voy a dormir, entre cartones
Busqué las mieles de tu voz entre mis dudas
Que no hay amor que sea amor si no es con lunas
Quiero volverme a clavar, pon tú los lazos
Que estoy dispuesto a morir entre tus brazos
Las mañanas tan cansadas, follando tanto
Las neuronas entregadas, siempre buscando
Y me voy a dormir, entre pecados
Tengo los dedos amarillos
Y el hígado color asfalto
Sigo haciendo canciones
Sigo fiel a los lavabos
Y ahora duermo con enemigos
Y los pulmones encharcados
Los ojos con el brillo
De suspiros derramados
Yo no tengo memoria, tengo una corona de espinas
Cada vez que te pienso vuelve a supurarme la herida
Los clavos de mi cruz son restos secos de tu saliva
Yo no tengo memoria tengo una corona de espinas
Tengo los dedos amarillos
Y el hígado color asfalto
Sigo llorando sangre
Sigo fiel a los lavabos
Y ahora duermo con enemigos
Y los pulmones encharcados
Los ojos con el brillo
De suspiros derramados
Tradução da letra
De Buenos Aires a Madrid só há uma poça
E de ti para mim não saem barcos
Espero que sejas feliz, mas não tanto
Como éramos aqui, sempre voando
Todas as noites na janela rego as flores
Para ver se elas soubessem algo sobre seus amores
E vou dormir, entre cartões
Procurei os méis da tua voz entre as minhas dúvidas
Que não há amor que seja amor se não for com luas
Quero voltar a pregar - me, põe tu os laços
Que estou disposto a morrer entre os teus braços
As manhãs tão cansadas, fodendo tanto
Os neurônios entregues, sempre procurando
E vou dormir entre os pecados
Tenho os dedos amarelos
E o fígado cor asfalto
Continuo a fazer canções
Continuo fiel aos lavabos
E agora durmo com inimigos
E os pulmões encharcados
Olhos com brilho
De suspiros derramados
Eu não tenho memória, tenho uma coroa de espinhos
Cada vez que penso em ti volta a supurar me a ferida
Os pregos da minha cruz são restos secos da tua saliva
Eu não tenho memória tenho uma coroa de espinhos
Tenho os dedos amarelos
E o fígado cor asfalto
Continuo a chorar sangue
Continuo fiel aos lavabos
E agora durmo com inimigos
E os pulmões encharcados
Olhos com brilho
De suspiros derramados