Carlos Chaouen — Amor Vertical letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Amor Vertical" de Carlos Chaouen.
Letra
Vida, dime de que habla el corazón
finge eso de que morirá este sol
dime cual de estos estantes es mas firme
y quien me va a salvar si se va a pique
este barco de raíces
agua soy una pecera tras la piel
eres un estanque que es capaz de ver
y vives si tengo de tu boca los delfines
no te preocupes por las cicatrices
todos somos aprendices,
lunas vendrán que serán farolas en la espuma del mar
y en todos los parpados las ninfas traerán
la canción del horizonte de tus ojos
pocos podrán decir que no es igual volar
que descender de un amor vertical
y clavar con palabras los pecados
de una estirpe de animales y de plantas
y de sangre y de cristales
luna te tengo por vela en el balcón
siempre que eres la clausura del amor
mudas cuando estoy de espaldas a tus dudas
y quien me va a salvar cuando me cubra
una lluvia de amargura
cielo, soy un puro cielo tras la piel
eres una nube del amanecer
y quiero nunca echar el ancla del velero
por preocuparme por los incompletos matices
de tu barco de raíces
Tradução da letra
Vida, diz-me de que fala o coração
finge que este sol vai morrer
diz me qual destas prateleiras é mais firme
e quem me vai salvar se ele vai dar cabo de mim
este navio de raízes
água sou um aquário atrás da pele
você é um lago que é capaz de ver
e vives se tiver da tua boca os golfinhos
não se preocupe com cicatrizes
somos todos aprendizes,
luas virão que serão Luzes de rua na espuma do mar
e em todos os desempregados as ninfas trarão
a canção do horizonte dos teus olhos
poucos poderão dizer que não é igual voar
do que descer de um amor vertical
e pregar com palavras os pecados
de uma estirpe de animais e de plantas
e de sangue e de cristais
luna tenho te por vela na varanda
sempre que és o encerramento do amor
você muda quando estou de costas para suas dúvidas
e quem me vai salvar quando me cobrir
uma chuva de amargura
querida, sou um puro céu atrás da pele
és uma nuvem do amanhecer
e eu quero nunca lançar a âncora do veleiro
por me preocupar com as nuances incompletas
do seu navio de raízes