Carlos Cano — Falsa moneda letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Falsa moneda" de Carlos Cano.
Letra
Cruzaos los brazos
pa' no matarla
cerraos los ojos
pa' no llorar,
temió ser débil
y perdonarla
y abrió las puertas
de par en par...
Vete, mujer mala,
vete de mi vera,
rueda lo mismito
que una maldición,
que un díve me permita
que el gacho que quieras
tus quereres pague
con mala traición...
Gitana, que tú serás
como la falsa moneda,
que de mano en mano va
y ninguno se la queda,
Besó los negros
zarcillos finos
que allí dejara
cuando se fue.
Y aquellas trenzas
de pelo endrino
que en otro tiempo
cortó pa' él.
Cuando se marchaba,
no intentó ni verla,
ni lanzó un quejido,
ni le dijo adiós.
Entornó la puerta y,
pa' no llamarla,
se clavó las uñas,
en el corazón...
Gitana que tú serás
como la falsa moneda
que de mano en mano va
y ninguno se la queda,
Que de mano en mano va
y ninguno se la queda.
Tradução da letra
Cruzai os braços para' não matá-la fechai os olhos para ' não chorar, temeu ser fraco e perdoá-la e abriu as portas de par em par...
Vai, mulher má, sai de minha vera, rola o mesmo que uma maldição, que um díve me permita que o gaja que queiras teus quereres pague com má traição...
Cigana, que tu serás como a falsa moeda, que de mão em mão Vai e nenhum fica, beijou os negros gavinhas finas que Ali deixou quando se foi.
E aquelas tranças de cabelo poderoso que em outro tempo cortou pa ' ele.
Quando se foi embora, não tentou nem vê-la, nem lançou um gemido, nem lhe disse adeus.
Ele entornou a porta e, para não chamá-la, pregou as unhas, no coração...
Cigana que você será como a falsa moeda que de mão em mão Vai e nenhum fica com ela, que de mão em mão Vai e nenhum fica com ela.