Carlos Cano — Limón Limonero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Limón Limonero" de Carlos Cano.

Letra

A los pies de un limonero florecido
una noche que en la vida olvidaré
un mocito pintorero y presumido
a una niña le entregó too' su querer
Se creyó su juramento y no vió su falsedad
y se ahoga en el tormento
de sentirse abandonada
Y a la sombra de aquel limonero
que un día, dichosa, la vió sonreir,
desojando una a una sus penas
igual que una rosa le cantaba así:
Limonero, ay, limón limonero
a tu vera le dijo un mocito falso y embustero
como a nadie en el mundo he querido,
serrana, te quiero.
Ten piedad de mí,
calma mi dolor,
ay, limón, limonero,
limonero mío de mi corazón.
Por caminos sembraditos de zarzales
con la cruz de su dolor se echó a rodar
y ahogadita por la hiel de los pesares
no consigue ni olvidar ni perdonar,
pero al cabo de los años se cumplió la maldición,
que otra hembra lo traiciona
lo mismo que él traicionó.
Y a la sombra de aquel limonero
que fue florecido
y el tiempo secó
hoy lo han visto llorando sus penas
por un desengaño, castigo de Dios.
Limonero, ay, limón limonero
a tu vera le dijo un mocito
falso y embustero:
como a nadie en el mundo he querido,
serrana, te quiero.
Ten piedad de mí,
calma mi dolor,
ay, limón, limonero,
limonero mío de mi corazón.

Tradução da letra

Aos pés de um limoeiro florido
uma noite que na vida esquecerei
um moço pintor e presunçoso
uma menina entregou too ' seu querer
Acreditou no seu juramento e não viu a sua falsidade
e se afoga no tormento
de se sentir abandonada
E à sombra daquele Limoeiro
que um dia, feliz, a viu sorrir,
desolando uma a uma suas tristezas
tal como uma rosa cantava lhe assim:
Limoeiro, ay, Limoeiro limão
à tua vera disse um moço falso e mentiroso
como ninguém no mundo eu queria,
serrana, amo-te.
Tem piedade de mim,
acalma a minha dor,
limão, Limoeiro,
limoeiro meu do meu coração.
Por caminhos semeados de zarzales
com a cruz de sua dor ela rolou
e afogada pelo fel dos pesares
não consegue nem esquecer nem perdoar,
mas ao longo dos anos a maldição foi cumprida,
que outra fêmea o trai
o mesmo que ele traiu.
E à sombra daquele Limoeiro
que foi florescido
e o tempo secou
hoje o viram chorando suas tristezas
por um desgosto, castigo de Deus.
Limoeiro, ay, Limoeiro limão
a tua vera disse um moço
falso e mentiroso:
como ninguém no mundo eu queria,
serrana, amo-te.
Tem piedade de mim,
acalma a minha dor,
limão, Limoeiro,
limoeiro meu do meu coração.