Carlos Cano — La Morralla letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Morralla" de Carlos Cano.
Letra
Quién no ha visto un árbol seco
No sabe que es una calandría
Contra mas calor mas canta
Contra mas canta mas Sol
Contra mas Sol mas jaleo
La copla del tiroteo
Que se acabe el mangoneo
Pa’que empiece la función
Quien vive en casitas bajas
Cerraitas como cajas
Lo mismo que una mortaja
Y apretao mas que un limon
Lo primero los obreros
Los lindos aceituneros
Los bonitos jornaleros
La morrallita señó
Por la misma morralla
Esa que nunca ni pa’Dios calla
La del punto y la raya
Que hasta los pelos está cuando estalla
La que da la batalla y no recibe una medalla
La hace que el pobre
Pise alacrán y salte la valla
La que el pan elabora
Saca el aceite y nunca me falla;
De esa misma moralla
Morrallita soy yo
Dime paloma torcaza
Quien siembra la calabaza
Quién alevanta su casa
Madrugón tras madrugón
A quien se comen las moscas
El tifus, la pulmonía
Venga tajás de sandía
Pa’combatí la caló
Quien lleva 4 pesetas
Y un chorizo en la maleta
Y apuntá en una libreta
La estación de duseldó
Lo primero los obreros
Los lindos aceituneros
Los bonitos jornaleros
La morrallita señó
Por la misma morralla
Esa que nunca ni pa’Dios calla
La del punto y la raya
Que hasta los pelos está cuando estalla
La que da la batalla y no recibe una medalla
La hace que el pobre
Pise alacrán y salte la valla
La que el pan elabora
Saca el aceite y nunca me falla;
De esa misma moralla
Morrallita soy yo
De esa misma moralla
Morrallita soy yo
Tradução da letra
Quem não viu uma árvore seca
Não sabe que é uma Calandria
Contra mais calor mais canta
Contra mais canta mais Sol
Contra Mais sol mais agitação
A cópia do tiroteio
Que se acabe o mandoneio
Pa'que comece a função
Quem vive em casitas baixas
Fechaduras como caixas
O mesmo que uma mortalha
E apertou mais que um limão
Em primeiro lugar os trabalhadores
Os lindos azeitoneiros
Os bons empregados
A morrallita assinalou
Pela mesma morralla
Aquela que nunca nem deus cala
A do ponto e da raia
Que até os cabelos está quando explode
O que dá a batalha e não recebe uma medalha
Faz com que o pobre
Pise em alacrán e salte a cerca
A que o pão faz
Tira o óleo e nunca me falha;
Da mesma morala
Querida sou eu
Diz me pombo torcaça
Quem semeia a abóbora
Quem alevanta sua casa
Madrugada após madrugada
A quem as moscas comem
O tifo, a pneumonia
Vá lá tajás de melancia
Pa'Combati la caló
Quem carrega 4 pesetas
E um chouriço na mala
E aponta para um bloco de notas
A estação de duseldó
Em primeiro lugar os trabalhadores
Os lindos azeitoneiros
Os bons empregados
A morrallita assinalou
Pela mesma morralla
Aquela que nunca nem deus cala
A do ponto e da raia
Que até os cabelos está quando explode
O que dá a batalha e não recebe uma medalha
Faz com que o pobre
Pise em alacrán e salte a cerca
A que o pão faz
Tira o óleo e nunca me falha;
Da mesma morala
Querida sou eu
Da mesma morala
Querida sou eu