Carlos Baute — Mariana no quiere ser mojigata letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mariana no quiere ser mojigata" de Carlos Baute.

Letra

Era una chica humilde bella y senilla
Vivia cerca de s tierra en sevilla
Era la hija de aa y tomas Aba.
Acostumbraba siemmpre a usar minifalda.
En el verano fiesta todos los dias
Llevaba siempe su puñal en la falda
Por si aparece algun pedro navaja, ay Vecina de Roberto el presmido el que la enamoró
Y le dio unos tre hijos en poco tiempo se hizo
Un tipo muy frío y descubrio
Que era un malente agresivo.
Con su negocio siempre en los bolsillos el mecadeaba
Tod a domicilio el era el papi yjfe de los bandidos
El que trafica con lo rohibido
Marana no se espraba aquel infierno en su casa
Cuando el llegaa borracho el siempre la denigraba
Mariana estaba cansada de ser la dma enjanlada
Siempre llorando en su almohada
Despues de ser humillada
No queire seguir siendo maltratada,
Que no, que no si se descuida la mataran.
(Estribillo)
Se quito su falda y se puso su pantalon
Ella sacon us garras con sus palabras se defendio
Ella sin maltratarle directamente le amenazó
Harta e sus maltratos y de sus vicios
Ella se pregunto ooohhhh que fue lo que le paso
No habia un dia que ella no se salvara
Hacia con ella lo que le daba la gana
Sin importarle que sus hijos miraran
El se burlaba de ella en su propia cra
Se emborrachaba antes de ir a su casa
Era costumbre el pegarle en la cara
Cada ez qeue ella le reclamaba
El se ve mientras ella lloraba.
No puede salir de casa
Tampoco usar minifalda
Tiene las piernas marcadas
Y su espalda esta morada
Se harto de ser mijgata
Se harto de ser lesionada
Ella ha sacado sus garras
Para no ser lastimada
No quiere seguir siendo maltratada
Que que no si se descuida la matara.
(Estribillo)
Una vez mas llego borracho
Y se ha tirado en el salon
Ella encontro en sus bolsillo
Algunos gramos de puro vicio
No lo penso lo denuncio
La vida de el se encago
Sl palante mariana
Sal pa lante mariana
Ni un paso pa tras!
(Estribillo)

Tradução da letra

Era uma rapariga humilde bonita e senil
Morava perto de s terra em Sevilha
Era filha do AA e do tomas Aba.
Costumava usar siemmpre para usar mini-saia.
No verão, festa todos os dias
Usava sempre o punhal na saia
Para o caso de aparecer algum pedro navalha, ai vizinho de Roberto o presmido que a apaixonou
E deu lhe uns filhos em pouco tempo fez se
Um cara muito frio e descobriu
Que era um mau agressivo.
Com o seu negócio sempre nos bolsos ele balançava
Tod em casa ele era o pai e o chefe dos bandidos
O que trafica com o roibido
Marana não se esgueirou aquele inferno em sua casa
Quando ele chegava bêbado ele sempre a denegria
Mariana estava cansada de ser a dma enjanlada
Sempre chorando em seu travesseiro
Depois de ser humilhada
Não vou continuar a ser maltratada,
Que não, que não se descuida a matarão.
(Refrão)
Tirou a saia e vestiu as calças
Ela sacon us garras com suas palavras se defendeu
Ela sem maltratá lo diretamente ameaçou o
Farta dos seus maus tratos e dos seus vícios
Ela se perguntou ooohhhh o que aconteceu com ela
Não havia um dia em que ela não se salvasse
Fazia com ela o que lhe apetecia
Não importa se os seus filhos olharam
Ele gozava com ela em sua própria cra
Embebedava se antes de ir para casa
Era costume bater lhe na cara
Cada ez qeue ela reclamava
Ele vê - se enquanto ela chorava.
Não pode sair de casa
Também não usar mini saia
Tem as pernas marcadas
E suas costas esta morada
Está farto de ser mijgata
Está farto de ser magoada
Ela tirou as garras
Para não ser magoada
Ela não quer continuar a ser maltratada
Que que não se descuida a matasse.
(Refrão)
Mais uma vez chego bêbado
E foi para a sala de estar
Ela encontrou em seu bolso
Alguns gramas de puro vício
Não pensei em denunciá lo
A vida de El encago
Sl palante mariana
Sal pa lante mariana
Nem um passo pa atrás!
(Refrão)