Carach Angren — Sir John letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sir John" de Carach Angren.
Letra
Scalpel, Clamps. Pull him to the ground.
No innocent hands! Every second counts! (Ha ha ha)
Cut! Through his skin thick blood flows.
No anaesthesia as I dig in!
Spleen uncovered, brutally removed.
So wasteful, tasteful, eaten from within.
Stitch him back up so he survives.
Eating intestines to keep ourselves alive.
Thirteen days starving to Death since they bombed this place.
All the roads blocked the forest stocked full of mines.
No, there is no escape!
Half the village died, animals fled.
Plague lurking like a ticking time bomb.
The stench of death.
I won’t regret, doctor! Use your craft!
Now amputate my hand so I can eat!
I can eat…
Forced beyond sanity they kept themselves alive. Lost all their dignity.
Forceps, Clamps. Pull him to the ground.
No innocent hands! Every second counts! (Ha ha ha)
Cut! Through his skin thick blood flows.
No anaesthesia as I dig in!
More of them died, putrefied, but the surgeon lived on.
Fed on their organs, limbs, a blood hunger never satisfied.
Soon he realized his raid of Death had come to an end.
No living soul left, for his hunger driven theft. Killed them all!
«But I must eat!
Just a little piece of me!
Come to daddy!»
He must eat!
Twenty days almost starved to Death in this forsaken place.
Found by soldiers who brought him back, he was safe.
Comatose, little did he know what horrors slowly crawled upon him once he
(a)rose. «Severe war traumas» he was told.
Mouth guard. Strap. Pull him to the ground.
No innocent hands! Every second counts.
He ate his own tongue. Thick blood flows.
«We are losing him!» Heart fails.
So wasteful, tasteful, eaten from within.
This blood hunger grown to be a part of him.
Never satisfied, in his last moment realized,
his raid of death had come to an end.
Tradução da letra
Bisturi, Pinças. Puxem-no para o chão.
Nada de mãos inocentes! Cada segundo conta! (Ha ha ha)
Corta! Através da pele, o sangue espesso flui.
Nada de anestesia como eu.
Baço descoberto, brutalmente removido.
Tão esbanjador, de bom gosto, comido por dentro.
Cosam-no para ele sobreviver.
Comer intestinos para nos mantermos vivos.
Treze dias esfomeados desde que bombardearam este lugar.
Todas as estradas bloquearam a floresta cheia de Minas.
Não, Não há escapatória!
Metade da aldeia morreu, os animais fugiram.
A praga espreita como uma bomba relógio.
O fedor da morte.
Não me vou arrepender, doutor! Usa a tua arte!
Agora amputa a minha mão para que eu possa comer!
Posso comer.…
Forçados para além da sanidade, mantiveram-se vivos. Perderam toda a dignidade.
Pinça, Pinças. Puxem-no para o chão.
Nada de mãos inocentes! Cada segundo conta! (Ha ha ha)
Corta! Através da pele, o sangue espesso flui.
Nada de anestesia como eu.
Mais deles morreram, putrificados, mas o cirurgião sobreviveu.
Alimentados com os órgãos, membros, uma fome de sangue nunca satisfeita.
Logo percebeu que seu ataque à morte tinha chegado ao fim.
Não restou nenhuma alma viva, pelo seu roubo motivado pela fome. Matou-os a todos!
"Mas tenho de comer!
Só um pedaço de mim!
Vem ao papá!»
Ele tem de comer!
Vinte dias quase morreram de fome neste lugar abandonado.
Encontrado por soldados que o trouxeram de volta, ele estava seguro.
Comatoso, mal sabia ele que horrores lentamente se arrastavam sobre ele, uma vez que ele
(rosa. "Traumas de guerra graves", disseram-lhe.
Protector de boca. Correia. Puxem-no para o chão.
Nada de mãos inocentes! Cada segundo conta.
Ele comeu a própria língua. Sangue espesso flui.
"Estamos a perdê-lo!"O coração falha.
Tão esbanjador, de bom gosto, comido por dentro.
Esta fome de sangue tornou-se parte dele.
Nunca satisfeito, no seu último momento realizado,
o seu ataque à morte tinha chegado ao fim.