Canteca de macao — Madrizz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Madrizz" de Canteca de macao.

Letra

Se han quedado tan calladas
Las calles de la ciudad…
Parece que necesitaran
Un puñaico de sal
Donde quedaron las guitarras
Los viejos cantares
Los amaneceres para colorear
Parece que necesitaran
Parece
Parece que te pidieran
Rumba y palmas picar
Simplemente no entiendo tus mentiras…
No se me para el pecho
Si no encuentro pa cantar
No era tan difícil dejar que las calles tuvieran su vida…
Y son endebles los pilares que tiene
El arte en mi ciudad
Tu me vacías de vida con todas tus mentiras
No me das alternativa y me alejas de madrid
De calles cortadas no se cubren mis palabras
Y por eso espero al alba callaíta pero prepará
No es necesario esperar que salga el sol
Para que crezcan nuestras flores en las aceras
Escondieron nuestras voces robando cada rincón
Pero es sólo cuestión de tiempo volver a sembrar
Tantos bares, teatros, plazas, calles
Centros sociales, medidas alegales…
Fuerza es lo que sobra
Sólo faltan los lugares donde se respete
El arte patrimonio de la humanidad
Como aquellos días de crianza y en verano
Donde el sol entra en las manos desde el dosde hasta el grial
En su guerra del silencio
Nuestras notas son el incendio
Que no podrán apagar
No es necesario esperar que salga el sol
Para que crezcan nuestras flores en las aceras
Escondieron nuestras voces robando cada rincón
Pero es sólo cuestión de tiempo volver a sembrar

Tradução da letra

Ficaram tão caladas
As ruas da cidade…
Parece que precisam
Um punhal de sal
Onde ficaram as guitarras
Os velhos cantares
Os amanheceres para colorir
Parece que precisam
Parece
Parece que te pediram
Rumba e palmeiras coçar
Não entendo as tuas mentiras…
Não consigo parar o meu peito
Se eu não encontrar Pa cantar
Não era tão difícil deixar as ruas terem sua vida…
E são frágeis os pilares que tem
A arte na minha cidade
Você me esvazia de vida com todas as suas mentiras
Não me dás alternativa e afastas me de madrid
De ruas cortadas não se cobrem as minhas palavras
E por isso espero ao amanhecer callaíta mas vai preparar
Não é necessário esperar que o sol saia
Para que nossas flores cresçam nas calçadas
Esconderam as nossas vozes roubando todos os cantos
Mas é só uma questão de tempo para voltar a semear
Tantos bares, teatros, praças, ruas
Centros sociais, medidas alegais…
Força é o que sobra
Só faltam os lugares onde se respeite
A arte Património Mundial
Como aqueles dias de criação e no verão
Onde o sol entra nas mãos do dosde ao Graal
Em sua guerra do silêncio
As nossas notas são o incêndio
Que não podem desligar
Não é necessário esperar que o sol saia
Para que nossas flores cresçam nas calçadas
Esconderam as nossas vozes roubando todos os cantos
Mas é só uma questão de tempo para voltar a semear