Candiria — Constant Velocity Is As Natural As Being At Rest letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Constant Velocity Is As Natural As Being At Rest" de Candiria.
Letra
slip and fall through the cracks
conceptual decay
the shades of thought seem to systematically
fall away
no through the herds
lost flock
pieces of substance
the keys that will unlock
pauper
lacking evidence
no focus
no feeling
blind to the emptiness
all dark
inanimate heart
the temperatures expanding
a distant landscape
caution while handling
wildfires that devastate
CHAPTER TWO
shred
the binds that grasp and choke
they’ll cut you down to size
instinct will derail the razor throat
break through
break loose from the adversary
combatant apathies
downface
CHAPTER THREE
accumulated storms of concern
conceal
like pollutants that invoke cancer burns
scars revealed
scabbed cysts
dungeons that fade
arsenic
an example of many things to come
pessimist
introducing destructive heresies
flee from that state of mind
seducing the unstable
CHAPTER FOUR
motivate the engines to inflate
the true outcome
condensation
entrapped by the snares of speech
reveling in the fantasies
pig return to the mud
swine
derelict unrefined
morphine state
recline
CHAPTER FIVE
lusting after parasites
gut filled
criminals in disguise
carousing of the entities
skull tumor
sealed with the lack of properties
consumer
i stand resisting
claws on my back
writhing from the inside
i remain intact
follow
things that cannot be seen by the open eyes
bathing in your vomit while penalized
CHAPTER SIX
climates in vertical
amputate the beast
amputate your faults
these produce fleas
soul torn flesh produced these
gravitate pitiful
ravaged by the things that feed and cannot
be denied
burn
dead
lost
wretch
Tradução da letra
escorregar e cair pelas fendas
decadência conceptual
as sombras do pensamento parecem sistematicamente
cair
não através das manadas
rebanho perdido
pedaços de substância
as chaves que irão desbloquear
mendigo
falta de provas
sem foco
sem sentimento
cego ao vazio
tudo escuro
coração inanimado
a expansão das temperaturas
uma paisagem distante
cuidado durante a manipulação
incêndios que devastam
CAPÍTULO DOIS
destruir
os laços que agarram e sufocam
vão reduzir-te ao tamanho
o instinto vai fazer descarrilar a garganta da navalha.
atravessar
libertar-se do adversário
apatias combatentes
downface
CAPÍTULO TRÊS
tempestades acumuladas de preocupação
esconder
como poluentes que invocam queimaduras de cancro
cicatrizes reveladas
quistos cicatrizados
masmorras que se desvanecem
Arsenio
um exemplo de muitas coisas por vir
pessimista
apresentando heresias destrutivas
fugir desse estado de espírito
seduzindo os instáveis
CAPÍTULO QUATRO
motivar os motores a inflar
o verdadeiro resultado
condensacao
preso pelas armadilhas da fala
deleitando-se nas fantasias
Porco de volta à lama
suino
abandono não refinado
estado da morfina
reclinar
CAPÍTULO CINCO
cobiça os parasitas
eviscerado
criminosos disfarçados
levantamento das entidades
tumor no crânio
selado com a falta de propriedades
consumidor
eu resisto
garras nas minhas costas
a contorcer-se por dentro
eu permaneço intacto.
seguir
coisas que não podem ser vistas pelos olhos abertos
tomar banho no vómito enquanto penalizado
CAPÍTULO SEIS
climas na vertical
amputar a besta
amputa as tuas falhas.
estes produtos produzem pulgas
a carne rasgada da alma produziu isto.
gravitate pitiful
devastado pelas coisas que se alimentam e não podem
ser negado
queimar
morto
perdido
desgracado