Calaña — Me tiren los perros letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Me tiren los perros" de Calaña.
Letra
Otra la vez la sangre empieza a oler, caníbal de su carne, dínamo con su luz
Cientos de inviernos florecen mi piel, y en primavera marchitas quedan otra vez
No tiembla el suelo, ésta vez tiemblo yo, con tanta cordura me vuelvo loco y en
nada te vuelvo a quedar
Me tiren los perros si esos ojos pardos no quieren mirar
Ay me tiren los perros, me tiren los perros si no me miras
Y por la noche verdugo arrabal y en el aíre el perfume me vuelve a quebrar
Fuerte el aliento que empaña el cristal y el escombro babea y me quiere arropar
Llevo arrastrado mendigo su olor con dos pastillitas para el temblor y en nada
me vuelve a dejar
Me tiren los perros si esos ojos pardos no quieren mirar
Y siento ruina si por robarte una mentira me ví hurgando en tus cositas,
y he llegado a sentirme un delincuente en plena huída
Quise asaltar tu joyería sin más coraza que mis tripas y me corté con los
cristales del escaparate
Otra la vez la sangre empieza a oler, caníbal de su carne, dínamo con su luz
Me tiren los perros si esos ojos pardos no quieren mirar
Me tiren los perros si esos ojos pardos no quieren mirar
Me tiren los perros si esos ojos pardos no quieren mirar
Y siento ruina si por robarte una mentira me ví hurgando en tus cositas,
y he llegado a sentirme un delincuente en plena huída
Quise asaltar tu joyería sin más coraza que mis tripas y me corté con los
cristales del escaparate
Y siento ruina si por robarte una mentira me ví hurgando en tus cositas,
y he llegado a sentirme un delincuente
Tradução da letra
Mais uma vez o sangue começa a cheirar, Canibal de sua carne, dínamo com sua luz
Centenas de invernos florescem minha pele, e na primavera murchas são deixadas novamente
Não treme o chão, desta vez tremo eu, com tanta sanidade fico louco e em
nada te volto a ficar
Atirem me os cães se aqueles olhos castanhos não quiserem olhar
Atirem-me os cães, atirem-me os cães se não olhares para mim
E à noite Carrasco arrabal e no AIRE o perfume me volta a quebrar
Forte a respiração que mancha o cristal e o escombro Baba e me quer aconchegar
Levo arrastado mendigo seu cheiro com duas pastelinhas para o tremor e em nada
volta a deixar me
Atirem me os cães se aqueles olhos castanhos não quiserem olhar
E sinto me arruinado se por te roubar uma mentira me vi a vasculhar as tuas coisinhas,
e cheguei a sentir me um criminoso em plena fuga
Queria assaltar a tua joalharia sem mais couraça que as minhas tripas e cortei me com os
vidros da mostra
Mais uma vez o sangue começa a cheirar, Canibal de sua carne, dínamo com sua luz
Atirem me os cães se aqueles olhos castanhos não quiserem olhar
Atirem me os cães se aqueles olhos castanhos não quiserem olhar
Atirem me os cães se aqueles olhos castanhos não quiserem olhar
E sinto me arruinado se por te roubar uma mentira me vi a vasculhar as tuas coisinhas,
e cheguei a sentir me um criminoso em plena fuga
Queria assaltar a tua joalharia sem mais couraça que as minhas tripas e cortei me com os
vidros da mostra
E sinto me arruinado se por te roubar uma mentira me vi a vasculhar as tuas coisinhas,
e cheguei a sentir me um criminoso