Café Quijano — Otra vez (que pena de mí) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Otra vez (que pena de mí)" de Café Quijano.

Letra

Otra vez las maletas en la calle,
Ya son diez las camas en hostales
Que me ven llegar de madrugada,
Una mano delante y otra mano detrás.
Y esta vez sí se me complica
El volver con leyes y argumentos
Que me otorguen razones para poder
Abrir la boca y la puerta de mi portal.
Ay, qué pena de mí,
Ay, qué pena de mí,
Aquí esperando tan torpe y necio,
Con cuatro copas y sólo quiero
Que pase el tiempo.
Ay, qué pena de mí,
Aquí esperando tan torpe y necio,
Con cuatro copas y sólo quiero
Que pase el tiempo.
Le busque piedad a las mentiras,
Invente disculpas de comedia
Para disfrazar las culpas de mi pena,
Para hacer que mi burla fuera más sincera,
Me quede soltero a los cuarenta,
Endeudé las pagas que me quedan
Y hay quien dice que no hay mal que por bién no venga,
Y heme aquí, con mi mal y mis maletas.
Ay, qué pena de mí,
Ay, qué pena de mí,
Aquí esperando tan torpe y necio,
Con cuatro copas y sólo quiero
Que pase el tiempo.
Ay, qué pena de mí,
Aquí esperando tan torpe y necio,
Con cuatro copas y sólo quiero
Que pase el tiempo.

Tradução da letra

Outra vez as malas na rua,
Já são dez as camas em albergues
Que me vêem chegar de madrugada,
Uma mão à frente e outra atrás.
E desta vez é complicado
Voltar com leis e argumentos
Que me dêem razões para poder
Abrir a boca e a porta do meu portal.
Que pena de mim,
Que pena de mim,
Aqui esperando tão desajeitado e insensato,
Com quatro copos e só quero
Que passe o tempo.
Que pena de mim,
Aqui esperando tão desajeitado e insensato,
Com quatro copos e só quero
Que passe o tempo.
Busque Piedade às mentiras,
Invente desculpas de comédia
Para disfarçar as culpas da minha pena,
Para tornar o meu escárnio mais sincero,
Fiquei solteiro aos quarenta,
Endividei os pagamentos que me restam
E há quem diga que não há mal que por bem não venha,
E aqui estou eu, com o meu mal e as minhas malas.
Que pena de mim,
Que pena de mim,
Aqui esperando tão desajeitado e insensato,
Com quatro copos e só quero
Que passe o tempo.
Que pena de mim,
Aqui esperando tão desajeitado e insensato,
Com quatro copos e só quero
Que passe o tempo.