Burn In Silence — Embrace The Plague letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Embrace The Plague" de Burn In Silence.
Letra
Im not
here to bring my twisted soul into your life
every moment
stone eyed view from a requiem
laughter echoes
within these walls im forced to live
shattered memories
crippled thoughts
about my past
so sure this was the end
no light has
been seen
to face a faith which was
forced upon me as a child
although i looked at the cross
as something vile and wrong
cherish the hate build inside
walk amongst those who shall burn
burn from their sins
a feeling that drives you to
awake and embrace the plague
as it spreads through me it teaches me
to feed on hate
i feed
so sure this was the end
no light has been seen
to face a faith which
all who opposed
to the beliefs that one
could create all
laughter echoes
withing walls im forced to live
shattered memories
crippled thought
about my past
forced upon me as a child
cherish the hate built inside
walk amongst those who shall burn
burn from their sins
a feeling that drives you to
awaken and embrace the plauge
Embrace the plague
that tears apart at my mind and soul
embrace the plague
which consumes my life
i feed on
i feed on your hate
its only made me stronger
i feed on your hate
its made me who i am
Tradução da letra
Não estou.
aqui para trazer a minha alma retorcida para a tua vida
a cada momento
vista de olhos de pedra de um requiem
o riso ecoa
dentro destas paredes sou forçado a viver
memórias despedaçadas
pensamentos aleijados
sobre o meu passado
tenho a certeza que era o fim.
nenhuma luz
foram
para enfrentar uma fé que era
forçado em criança
apesar de ter olhado para a cruz
como algo vil e errado
acarinha o ódio por dentro
caminha entre os que arderão
arde dos seus pecados
um sentimento que te leva a
acorda e abraça a praga
enquanto se espalha por mim, ensina-me
para se alimentar do ódio
alimento
tenho a certeza que era o fim.
nenhuma luz foi vista
para enfrentar uma fé que
todos os que se opuseram
às crenças que um
poderia criar tudo
o riso ecoa
murchar paredes sou forçado a viver
memórias despedaçadas
pensamento aleijado
sobre o meu passado
forçado em criança
acarinha o ódio construído por dentro
caminha entre os que arderão
arde dos seus pecados
um sentimento que te leva a
acorda e abraça o plauge
Abraça a praga
que se desfaz da minha mente e da minha alma
abraça a praga
que consome a minha vida
eu alimento-me
eu alimento-me do teu ódio.
só me tornou mais forte.
eu alimento-me do teu ódio.
fez de mim quem eu sou