Bunbury — La Señorita Hermafrodita letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Señorita Hermafrodita" de Bunbury.

Letra

La seorita hermafrodita no se pinta lo suficiente.
No se quita lo suficiente. No me excita lo que debiera.
Un respeto, por favor, para la simetra, para la aritmtica y la geografa.
Los nmeros pares y los plurales, no son populares en tu topografa.
Esos tacones del desprecio, caminando como si detuvieran
el mundo sobre el trapecio: de un lado el infierno, del otro el cielo.
Por la serrana redonda de ronda, he visto tu sombra acercarse.
He pedido otra ronda de sake. Me has llamado cobarde
por no estamparte un beso en la boca.
Pensamiento pattico y potico, a estas alturas de noche es normal,
en un animal cuadrpedo y palmpedo, con instinto mamfero vocacional.
Esos tacones del desprecio, caminando como si detuvieran
el mundo sobre el trapecio: de un lado el infierno, del otro el cielo.
La seorita hermafrodita no se pinta lo suficiente.
No se quita lo suficiente. No me excita lo que debiera.
Esos tacones del desprecio, caminando como si detuvieran
el mundo sobre el trapecio: de un lado el infierno, del otro el cielo.
Ya s que piensas que no hay excusa que valga,
espera que se me ocurra algo. Ahora que salgo, dejar una puerta abierta.

Tradução da letra

A seorita hermafrodita não se pinta o suficiente.
Não tira o suficiente. Não me excita o que devia.
Um respeito, por favor, pela simetra, pela aritmética e pela geografia.
Os nmeros pares e os plurais, não são populares em sua topografia.
Aqueles saltos do desprezo, andando como se parassem
o mundo sobre o trapézio: de um lado o inferno, do outro o céu.
Pela serrana redonda, vi a tua sombra aproximar-se.
Pedi outra rodada de saquê. Chamaste me cobarde
por não te teres beijado na boca.
Pensamento pattico e potico, nesta altura da noite é normal,
num animal quadrpedo e palmpedo, com instinto mamfero vocacional.
Aqueles saltos do desprezo, andando como se parassem
o mundo sobre o trapézio: de um lado o inferno, do outro o céu.
A seorita hermafrodita não se pinta o suficiente.
Não tira o suficiente. Não me excita o que devia.
Aqueles saltos do desprezo, andando como se parassem
o mundo sobre o trapézio: de um lado o inferno, do outro o céu.
Já que pensas que não há desculpa que valha,
espera que eu pense em algo. Agora que eu sair, deixar uma porta aberta.